BR Custom Cycles

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Vidiguêra 2009



Vidigueira 2009
Domingo,
Nada para fazer,
Acordo cedo,
Envio sms aos compinchas,
Népias de compinchas,
Tou com fome,
Decido ir à vidigueira tomar o PA,
Arranco nas calmas,
E nas calmas vou,
Passam "N" motociclistas por mim,
..e a few bikers,
Constato que alguns ainda fazem a "saudação idiota",
Aquela do "..irmão de estrada?, tás bem?baril?fica bem..free"
Felizmente são uma minoria ínfima,
É bom,
Sinal que estão a tomar consciência do seu individualismo,
E a deixar de ser hipócritas também,
Afinal, nem todos interiorizam o "gesto",
Que vai muito além...
Anyway...
Cheguei,
Ainda se viam bués motociclistas,
E bêbados também, ressacados....
Caíra ali uma bomba no recinto, parecia-me,
Entrei,
Fui espreitar,
Não se passava nada,
A feira Motard estava a meio gás,
Nada de novo,
Não vi o amigo Gaivota,
Não vi ninguém,
Também não quis incomodar,
Estava numa de relax,
Há dias assim,
São precisos,
Fui procurar poiso para pequeno almoçarar,
Estava complicado,
Lá consegui um assim assim,
Não tinha muitos motociclistas,
Mamei 15 minutos para me atenderem
Não mamei tantos para me servirem,
Esperei 5 minutos para pagar,
Não esperei mais,
Bazei,
Sem pagar,
Uau,
Sou um fora-da-lei,
Sinto-me um fora da lei,
Agora sim, sinto-me completo*,
A true mother fucker bastard,
Anyway..
Saí do local, tranquilamente, e dei mais uma volta pela zona,
Fui atestar,
Não atestei,
1.33€ o litro?
Mas ninguém se deu conta ainda?
Fazer o quê....
Mas não atestei, felizmente,
Deu para chegar a casa,
Regressei,
Estava farto daquilo,
Fartei-me em apenas ½ hora
As concentrações...
Deixaram de me dizer o que quer que seja,
Pelo menos pelas mesmas razões de à uns anos atrás,
Nessa altura era maçarico,
Verde,
Verdinho,
Sinto-me bem,
Considero que evoluí,
Para melhor,
Digo eu,
Anyway....
Novamente again,
Regressei por outro lado,
Vidigueira, Alvito, Viana do Alentejo, Aguiar e Évora,
Sempre dentro dos 90/100 km’s/h
Maravilha,
O Sol estava a começar a apertar,
A sede apertava,
Parei,
Parei em Aguiar,
No restaurante "O Parque"
È grande,
E estava sem ninguém,
Como eu gosto,
Sem confusão,
Hoje estava numa de relax,
Pedi duas minis,
Brancas,
..e uma empada,
Bati o correio da manhã,
..os classificados
Nada de novo,
Sempre o mesmo,
Até as putas,
Fez-se horas,
Desta vez paguei,
Afinal sou maçarico,
Nestas andanças do não pagar,
Verde,
Verdinho,
Fiz-me à estrada,
Tranquilo,
E tranquilo cheguei,
Eram 01.00 pm.
Manhã maneira,
Com algum stress matinal,
Levo casaco,
Não levo casaco,
Levo,
Não levo,
Não levei...

Tirei poucas fotos com o telélé, que a vontade era zero. Dei-me por feliz por já não apreciar as concentrações como outrora.
Muitas, para além de se beber e de se, beber, não há mais nada. E essas, realmente deixaram de me dizer o que quer que seja.
Dou valor a um bom convívio, às viagens, que eram um dos objectivos principais das minhas participações em concentrações, e nas próprias concentrações, comecei a privilegiar por exemplo, o numero de participantes (quanto menos melhor), o local, condições e distância.
Vidigueira, não é certamente um dos meus destinos de eleição, mas isso, já eu sabia.
Apenas quis rolar numa manhã de Domingo, sem nada para fazer, e pequeno almoçarar sem pagar.

Asta la vista

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Missão Impossivel

Domingo, 23 de Agosto.
Dia amargo aqui para o je, mas felizmente, estava sol e os motoxaparros iam rolar. Nem era para ir mas precisava de "apanhar ar".
10.00h como combinado, lá estava eu a chegar às bombas da hbehgf, onde já lá se encontrava o Hulk. Houve tempo para abastecer a burra, abastecer o burro, enviar um "fax" ao governo e esperar uma hora pelo compadre e mais recente motoxaparro, o silentwalker. Foda-se! pá!!!
O Delisis já lá se encontrava tambem à um comboio de tempo e tinha chegado logo a seguir ao Ramon.
Reunidos todos os 4 e depois de umas bocas, lá arrancámos finalmente por volta das 11 e tal em direcção a Portalegre. A viagem correu em velocidade moderada até lá, havendo apenas um ponto e virgula para mim e o delisis, que ao chegarmos a Evoramonte, entramos num despique até Estremoz. A estrada é sinuosa e convida a uns excessos. Também tinhamos parado lá atrás nos semáforos com uma salva de ráteres, e que julgamos não terem sido do agrado da GNR que se encontrava parada à frente na vila. Não os vimos a tempo, ahahaha.
Já em portalegre parámos no Modelo e fomos às compras para o piquenique, tendo seguido de imediato para o primeiro ponto a visitar. A ideia peregrina do Hulk em visitar a Sra. das não sei quantas lá no cimo da serra.

Pá, aquilo para local sagrado e de culto é medonho e infernal. A estrada era do piorio e do pior que se pode imaginar. Terra batida, sem firmeza, e com uma camada aí de uns 20 cm de terra fina, tão fina como a cinza. O caos rapaziada...

O 1.º foi o hulk a avançar e pela quantidade de pó que levantou, imaginámos logo a trampa em que estavamos metidos. A seguir segiu o Delisis e eu já a cagar para aquilo, resolvi também avançar para não dar parte de fraco, até porque o almoço estava, em principio, lá em cima.

Ao pisar a estrada fiquei de imediato coberto de pó até às orelhas, e não fosse existir uma escapatória logo à frente, tinha-me espalhado. A estrada não tinha qualquer consistência e a insegurança era tremenda.

Já o Silentwalker não tivera a mesma sorte. Ao regressarmos, eu e o Delisis, por não vermos o Hulk e estarmos indecisos quanto ao caminho a seguir(ainda bem que não o fizémos), deparámos com o silent a praguejar com a burra no chão.Estava irritado à brava e não era para menos.

Lá ajudámos o companheiro a descer com a burra e já embaixo verificámos os estragos. Para além da quantidade de pó que nos cobriam a todos da cabeça aos pés, uma coisa medonha mesmo, para esquecer, constatámos que afinal, quem tinha tido os danos mais severos fora o Hulk, pois tinha rebentado com os fios eléctricos do rectificador que estavam junto ao carter.

Felizmente, o moço previne-se em terra e conseguiu desencagar a cena no local, não sem antes, malharmos o almoçito. Cervejola, umas sandochas disto e daquilo, batatola frita e fruta.

Já recompostos, zarpámos então até marvão para apreciar "as vistas". Lá em cima, tiraram-se umas fotos e lá em baixo, na portagem, matou-se a sede. O tasco chamava-se sever, e não há outro. Fica mesmo junto à ponte.

Pouco depois demos em regressar, pois surgiu um imprevisto com a sócio de um de nós e tivemos que regressar antes de tempo. O regresso foi tranquilo e a meio gás.

Já em casa, Eu , Delisis e Silentwalker, fomos bater o resto da bola alí num tasco para os lados do bacêlo, onde deitámos abaixo umas canecas de cerveja, umas moelas, pica-pau, pipas e mais não sei quê.

Dia acidentado, atribulado, daqueles que nos fazem questionar, porque caralho saímos de casa, mas no final e no competo geral, 5 estrelas.

Desde que haja estrada, convivio e boa onda, vale sempre a pena. Neste caso, e sobretudo, era imperativo ter que rolar, afinal, faltava-me o ar e precisava de colocar a cabeça no sitio.

Até uma próxima.

http://ramonxvs.multiply.com/photos/album/206/206

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

"Macacos"

Não me refiro na generalidade porque obviamente não conheço, desconfio, mas não conheço.
Refiro-me a uma situação especifica que presenciei nas piscinas de Montemor-o-Novo. Estas piscinas são relativamente novas e agradáveis e têm além de um escorrega aquático, diversos jogos de água, o que a torna muitissimo apelativa. Por sua vez, o custo das entradas é reduzido o que fomenta a afluência às mesmas.
Este pequeno preludio para acrescentar, que devido às condicionantes, todos os sábados as piscinas são invadidas por excursões, vindas da capital, de malta negra, muitos deles, naturalmente, oriundos de bairros problemáticos.
Na sua maioria comportam-se como macacos aos pulos, mostrando efusivamente que estão acima de tudo e de todos e que não obedecem a regras, muito menos regras dos brancos.
Raramente têm um comportamento cordial e frequentes são as vezes, em que levantam problemas e questionam as regras. Frequente também, é ver a GNR nas instalações derivado a desacatos. É precisamente num destes episódios, que repito, presenciei, constatei serem os negros, aqueles negros, uns tremendos covardes.
Muito resumidamente, a questão prendeu-se com uma máquina fotográfica entre os negros e um outro grupo de pessoas, que por acaso, só por acaso, até eram brancas. Nunca pretenderam resolver a questão e sempre procuraram o conflito e já depois de terem agredido um individuo, houve uma senhora que ao colocar a mão no peito do agressor na tentativa de evitar a continuação da agressão, foi de imediato pontapeada. Já de sí, a agressão de um vandalo de 18 anos a uma senhora de 40 é por sí só indescritivel, mas junte-se mais uns 3 ou 4 comparças que vieram em seu auxilio, pasme-se, para ajudar na agressão, e temos um quadro dantesco.
Não tenho aversão à raça, mas fiquei com aversão àqueles macacos.
Pá, o nome macaco é depreciativo? So what??Não passaram mesmo de uns macacos aos saltos e não me merecem qualquer respeito. São uns parasitas que fazemos questão de proteger por serem desfavorecidos.
Se são todos covardes? Desconheço, mas aqueles tenho a certeza que o foram. Não havia necessidade de agredirem a mulher, nem 1 que fosse. Apercebi-me que mano a mano não são tão valentões. Agem em grupo e protegem-se uns aos outros.
Melhor ainda, foi ver a GNR no local, cagar solenemente para a questão e a fazer-se de desentendida. Não procurou os agressores, apesar de serem claramente referenciados pelos agredidos, os que questionou, não tinham qualquer tipo de identificação, e...ficou por isso mesmo. Nem sequer expulsaram ninguem das instalações, limitando-se apenas a virar as costas e ir embora.
Escandaloso no minimo!!!!
País de merda que nem temos ninguem que nos protega, as pessoas de bem.
A continuar assim, não tardará a imperar a "lei da bala" e o dito, "olho por olho, dente por dente".
A revolta cada vez é maior.

Daqui a Beja ou de Béj'aqui?

Daqui a Beja são 90 Km's e de Beja a aqui , são outros tantos. Foi o que fiz ontem no final de tarde, uma "perninha" de 180 Km's depois do serviço.
Aproveitei para ver a cena do retoque na tatuagem malograda. Ao que parece vai dar para desencagar a cena e por incrivel que pareça, até vai ficar um espanto. O Nuno sugeriu alí umas cenas bem loucas e o efeito final vai ficar "show de bola". Mal posso esperar...
A sessão para a tatuagem já está marcada e não falta muito. Depois, é fazer outra, desta vez, sem acidentes de percurso.
A voltinha foi feita tranquilamente com velocidade de cruzeiro ali na casa dos 100. O tempo estava ameno e mais agradável ficou no regresso. Fresquinho....
Malhei um Mctreta ali no Mcbruger, em que paguei uma cena e comi outra, depois da gorda palonça que me atendeu, me ter espetado um secão daqueles. Baleia!!!!...mas não descí até lá abaixo, mantive-me calmo e na minha, estou num momento muito zen, ahahaha.
Pô, que se fodam os lorpas... :-)
Já no regresso, paragem em portel para beber uma mini à pala dum velho colega de trabalho que já não via à uns 20 anos. Feliz coincidência.
Nova paragem em S. Manços para uma fresquinha numa esplanada, mas naquela terra não se passa nada.
Chegada a casa já pela noite dentro e sempre a rolar em alto estilo.
Pequena volta com grande satisfação.
Há que aproveitar enquanto se pode.


Até uma próxima.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Évora, cidade bostial(bosta ideal)

Évora, cidade bostial....
Capital de Distrito, falta, por exemplo, mas só como exemplo, um parque desportivo, um parque da cidade, umas piscinas decentes, um retail, um centro comercial.
Falta tambem dinamizar o tecido empresarial de modo a criar mais e melhor emprego. Não há emprego em Évora.
As casas são das mais caras do país.
Em termos motociclisticos, tinhamos à uns anos 3 marcas oficiais representadas na cidade. A Motoshop(suzuki) que faliu à uns anos valentes, a Motofialho(Yamaha) que acabou de fechar portas no passodo mês de Julho e a Motodiana(Honda) que ainda se mantêm no activo. Ou seja, presentemente unicamente temos a Honda representada na cidade, representando grande prejuizo para as restantes marcas. Não é que a cidade tenha responsabilidade neste aspecto, mas não deixa de ser uma cidade de merda pelo facto.
Por outro lado, a noite, pura e simplesmente não existe. A praça do Giraldo está parada, não há mais que 1 discoteca, os bares são pouco mais e não há actividades de lazer e/ou culturais com a frequencia desejada. Até com o "Viva a Rua" acabaram...
Évora tem tudo, menos aquilo de que precisamos.
Tambem há aspectos positivos, como o facto de podermos sair de casa 10 minutos antes de entrar ao trabalho, de o estacionamento ser relativamente fácil(ainda), de o transito não ser caótico, mesmo nas horas de ponta, e de ser uma cidade situada no centro do país, tornando-se relativamente cómodo deslocarmo-nos para qualquer outro lado. No entanto, isto não chega, é pouco, muito pouco mesmo para se apregoar alto e bom som, qualidade de vida, a tal excelência de que tanto se gosta de falar.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

MOD: Bike Paint


Mod. para aqueles que se aventurarem nas pinturas das suas máquinas.


by a friend:
Isolar a mota muito bem com jornais e fita isoladora, isto se optar por uma solução rápida(conveniente, deverá desmontar as peças a pintar).
Deixar só as partes a pintar, visiveis.
No caso de desmontagem, adquirir ou providenciar uma bancada e material que não risque de modo a colocar debaixo das peças. Comprar lixa de água muito fina que pode ser 800 ou 1200 e com um pouco de água e sabão ou até mesmo detergente de loiça, lixar as peças muito bem e simultâneamente, desengordurar. Não esquecer, que as mãos têm de estar bem limpas de gorduras.
Ter em atenção os cantinhos das peças porque se não ficarem bem lixados é por aí que começa a saltar a tinta.
Lavar a peça.
Depois de lixar e lavar, soprar bem a peça(com compressor) ou colocá-la ao sol para secar algum residuo de água. Se houver partes ainda para isolar que não possam tirar, isolar as mesmas bem isoladas com fita de pintor. Aconselho a pintar uma peça de cada vez a não ser que disponha de muito espaço e uma bancada grande.
O local tem de estar bem limpo e livre de poeiras. Se possivel, molhar o chão.
Utilizar um radiador de calor para que não entre humidade nas peças. posto isto, há que começar....
Basta estar a um metro da peça a pintar. Limpar a peça a pintar com um desengordurante(pode ser benzina).
Comprar numa casa da especialidade um pano que se chama tag rag para limpar as peças imediatamente antes de pintar. O objectivo é tirar alguma poeira que a peça tenha. Este pano vem embebido com uma cola que não dá hipótese à poeira.
E pronto, toca a pintar.
Como sugestão, sugere-se uma tinta celulósica porque se não gostar da pintura, pode sempre lixar e pintar novamente, que a cor debaixo aguenta(no caso de duas ou mais cores).
Se quiser pode aplicar verniz como acabamento e de modo a dar brilho e resistência à pintura.

MOD: Polish & Afins – Como utilizar

Polish & Afins – Como utilizar

(Gorjet como exemplo)

Este tipo de produtos são misturas de polímeros (o acrílico é um tipo de polímero) num determinado solvente líquido. Basicamente o que se pretende com o Grojet é por um lado, remover por acção química os contaminantes da superfície (onde o solvente tem uma acção preponderante) e por outro lado deixar sobre a pintura uma camada protectora formada por uma cadeia de polímeros. Ora para que esta cadeia se possa formar é necessário dar tempo ao solvente para que este evapore e fique sobre a superfície essa camada protectora (quando isto acontece nota-se na pintura uma espécie de névoa branca). Se não deixarmos o solvente evaporar estamos apenas a fazer uma limpeza química (devido à acção do solvente que tem a capacidade de dissolver os contaminantes da pintura) e não tanto uma selagem, porque quando passamos o pano, como existe ainda solvente na chapa os polímeros ainda estão dissolvidos e por isso muito poucos ficarão na chapa. Obtemos assim uma protecção reduzida. Portanto na minha opinião os chamados líquidos de limpeza química com capacidade de selagem acrílica devem ser aplicado da seguinte forma ( dá mais trabalho, mas os resultados ao nível da protecção serão muito superiores):Aplicar com um aplicador de poli-espuma (pois os panos MF absorvem o produto) de forma a que toda a superfície fique com o aspecto húmido (nesse momento estão a ocorrer duas coisas, o solvente dissolve os contaminantes e ocorre a evaporação simultânea do solvente). Após formação de uma névoa branca, retirar o resíduo sólido que se formou com um pano de MF (esse resíduo sólido será constituído por contaminantes que estavam na pintura e pelo excesso de polímeros). Verão que os resultados de protecção a médio prazo serão muito superiores.