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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Vampiragem 15

Bem, o que se pode dizer desta vampiragem numero 15?
Acabou por ser mais um evento tipico, ou seja, boa gente, boa comida, bom convivio.
O local da dádiva foi em Poceirão e o almoço em Setubal no Pedra Fondue.
Os participantes foram:

ramon
ramona
hulk
minie
Delisis
Delisis wife
ocSantos
ocsantos wife
Ikarus
Sónia
Xico
Maria joão
Nuno
Nuno wife
silentWalker
Miguel
miguel wife
Casas Novas
Casas Novas Wife
Cardador
Ventoinha
Beta

...e a crónica reza assim:
7.58h estava eu e a ramona a chegar às bombas da Galp ali na EN junto aos Kartes. O cardador já lá estava e o Hulk e a minie chegaram logo a seguir. Chegam também pouco depois, o Xico, Maria João, Nuno, Miguel e as respectivas senhoras.
Depois de abastecermos, a cafézada e primeira paragem foi no local de Patalim onde vimos o silentwalker passar por nós em flecha.O moço ia tão aguerrido na condução que passou por nós sem nos ver. Só já o encontrámos em Vendas Novas onde parámos novamente para um pequeno almoço de respeito. Bifanas, cerveja e vinho tinto logo de manhã para arrebitar.
O Silentwalker estava com uns amigos que já estavam com um estalo do caraças, ou não o tinham deixado, o estalo. Estamos a falar de cerca de 09.00h da matina.
Dalí, zarpámos então ao poceirão onde se realizou a vampiragem numero 15. Após algumas voltas à procura do local, lá demos com aquilo encontrando por lá logo de seguida o companheiro OcSantos. O Ikarus chega pouco depois.

Um reparo, apesar de ser muito bem recebido pelo pessoal da organização, sobretudo pelo presidente da associação de dadores de sangue lá da terra, não gostei da pressão para comprar rifas ou do preenchimento da ficha utilizada para angariação de sócios. Hoje não a teria preenchido.
Também não gostei do facto de nada terem para comer a não ser sumo em pó no jarro e bolos secos que sabiam a caca.
Já são 15 dádivas e alguns anos nestas andanças e por conseguinte, já passámos por muitos locais e vimos muita coisa. Em todos, havia água, sumos, sandes, bolos de pastelaria, café, etc...
Não gostei igualmente do médico e nem era por ser preto, mas sim por estar no atendimento de óculos de sol, por não saber falar português, por ter que lhe repetir mais que uma vez a mesma merda e por atrofiar com as fotos, de tal forma, que se barricou atrás de uns painéis que por lá havia escondendo-se atrás deles. Problemas de imigração ou problemas mentais, não sei bem, de qualquer modo, quase me saltou a tampa mas segurei-a a tempo.
Com o enfermeiro tive sorte, mas os restantes companheiros que apanharam outra enfermeira, ficaram todos com o braço fodido com derrame, enfim....

Apesar do almoço ser oferta e de borla, não é motivo suficiente para lá voltar, até porque se for no mesmo espirito do que se passou, não se estará a perder nada. Tirando a simpatia ali do sôr Presidente, o resto é muito mauzinho.

Já a nossa tropa estava orientada e eis que chega o Ventoinha mais a sua Beta e a sua Brianna.
Dois dedos de conversa e mais uns quantos pregos e rumámos ao restaurante, antes porém, passagem pela casa do gaivota com percursso atribulado.
Chegados lá e após ter batido à porta, o homem lá aparece à janela, tava a dormir, tinha-se deitado tarde, oriundo dos Xupa-Cabras, e cagou solenemente para nós com alto estilo. Tava com sono, tava a dormir e assim continuou.
A minha encomenda realizada à meses continua sem resposta, motivo também pelo qual me desloquei até ao Gaivota. Mais uma vez fiquei sem resposta e por conseguinte irei realizar a feitura do artigo noutro local, mas sem espinhas.

Rumámos então ao pedra fondue onde finalmente as coisas começaram a correr melhor, bem melhor. O espaço é super agradável com zona ajardinada, espaço de estacionamento folgado, restaurante com área suficiente para albergar muita malta e comida do melhor.
Começámos por ver pequenas travessas e fiquei logo de pé atrás com a cena, mas depressa fiquei convencido.
Os 13.5€ por pessoa foram muito bem empregues, não só pelo cardápio mas também pela simpatia do pessoal que sempre foram disponiveis.

A saber:
entradas, pão, vinho, jarro de cerveja fresquinho, sumos, águas, arroz, batata, choco frito, migas, salada, secretos, costeletas, frango, sobremesas, mais que 1, cafés, mais que 1, bebidas brancas. O almoço acabou lá pelas 16.00h e após algumas combinações, resolveu-se zarpar até Évora ao bar do Xico(garagem). O OcSantos, Ikarus e suas respectivas esposas ficaram por alí já que eram de outras bandas.
O ventoinha sendo de outras bandas e estando condicionado com os horários, resolveu acompanhar-nos. Operação de risco já que estavam reunidas todas as condições para que a condicionante fosse às urtigas, mas felizmente lá conseguiu resistir.

A viagem até Évora decoreu serenamente dentro dos limites de velocidade havendo apenas uma ou outra excepção por aqui e por ali.
Já na casa do xico, beberam-se mais umas e prolongou-se o convivio. A garagem do xico(bar-disco-karalhoke) e a esplanada lá fora fazem sempre furor entre os convivas.
Lá pelas 19.30h como disse, o ventoinha fez-se à estrada mesmo na altura certa.
A restante malta comprou entrecosto com batatinha e foi isso que comeu com uma salada à maneira da horta do xico segundo disseram.
Cerveja acabou, logo, acabamos a noite com vinho e uns "charutos"
Lá pelas 23.00h zarpámos mesmo para casa, pois a rapaziada estava de rastos e o anfitrião da casa já não estava que tinha ido bulir.

Evento porreiraço I must say..
A vida tá dificil, psiiiiiiii, mas sempre que possivel, a malta alinha.

Cumprimentos ferrosos
Beringas 2011
por Eborae Daemon em Seg Jun 20, 2011 11:53 am


Este biker man era para ter ido no Sábado tranquilo e com tempo para se desgraçar, em vez de no Domingo de passagem e com todos os "guerreiros" em baixo de forma e a recuperar da batalha.
Infelizmente e felizmente, tive que travar uma outra batalha noutro ambito pelo que só fiquei livre pelas 08 da matina de Domingo.
Cheguei a casebres, já havia enviado um sms ao presidente hulk e nada. O compadre Delisis tinha falado com ele durante a noite pelo ebuddy e já sabia que não podia. Uma ducha rápida para abrir a pestana, um pequeno-almoço à maneira com a "maria", cafézada e cigarrada na esplanada lá em baixo e tava pronto para partir. Antes porém, tive que ir dar uma assentada no "Trono Real" antes de zarpar, enfim, nada que interesse.
Lá para as 10 e picos com uma directa em cima, fiz-me à estrada até Beringel City, escolhendo um percurso calmo e em alta descontra, Aguiar, Viana do Alentejo, Alvito e Cuba. In Cuba, segui um estradedo em direcção a Ferreira e depois em direcção ao novo aeroporto de Beja, tomando mais à frente a direcção de Beringel.
Esta estrada meus amigos de Cuba a Beringel, é um show companheiros. Piso muito bom e paisagens do best.
Tinha entretanto enviado um sms ao ventoinha a perguntar de bebiamos uma ao que respondeu claro . Quando o moço respondeu já eu lá estava, quase...
À chegada de Berinjas, estrada toda fodida, em todo o lado, aquilo parecia que tinha caído ali uma bomba. Dirigi-me ao recinto da concentra e pedi uma e depois outra, ventoinha népias, toca de ligar, tava fora, no passeio matinal, tinha a voz fodida, bué mesmo, já lá ia ter comigo, pedi mais uma e depois outra, népias de pagantes, aquilo era para acabar, oiço umas bufadeiras a roncar, será que é o gajo?yá...é mesmo, bacalhau da ordem e toca de buer uma, mas não bueu, o vento não bueu a jeca toda, a segunda, tava enjoado e tinha a voz fodida. Não insisti, o vento para se cortar no cervejame é porque a coisa tava mesmo preta .
Algum tempo depois e umas larachas ao ar, bazámos todos. O Ramon seguiu então em direcção a grandola com o sentido de beber mais uma ali em canal caveira no skull café, mas o vento já havia informado estar fechado permanentemente. Assim, sendo, zarpei então na descontra até Alcácer onde parei para almoçar. Até lá, fui na companhia de 4 VRODS
O regresso debaixo de calor foi algo sofrivel pois o sono deu em aparecer e as jolas para isso contribuiram.
Em Montemor fui obrigado a despir o casaco e em Patalim a parar para refrescar-me e beber mais uma... . Pouco depois estava em casa onde fiz um xixi e cama , tava a precisar.

Rebenta da pintelha de 250 Km's que bem me souberam..
Aconteceu mais uma vampiragem, a numero 14.
Encontro marcado como de costume, no Pingo doce, desta vez, pelas 09,30h.
Saí do serviço lá pelas 8 e picos da matina ali de S.Pedro do Corval, entalado entre Reguengos e Monsaraz, onde fiz a segurança do recinto durante a noite. Chegar a casa, tomar um duche e vestir a farpela, foi o suficiente para poder chegar a tempo e a horas ao ponto de encontro. O Hulk e o Casas-Novas já lá estavam e o resto da rapaziada foi chegando a pouco e pouco, Lightning, Julia, Chico, João, H.Chaveiro, e mais uns amigos de uns amigos.
Depois de um pequeno almoço baratuncho e revigorante, seguimos em direcção a Vendas Novas em passo moderado, sem antes pararmos ali na Galp dos Kartes para abastecimento das burras.
Alguém houve, que com a pestana meia afectada pela “directa” colocasse gasosa da mais cara dando só com a cena, devido ao preço por litro estampado na machine.Enfim, 10 euritos que também não fizeram assim tanta diferença....
Reposta a verdade, bute de embute até Vendas Novas City...
Já na sede, chegámos e almoriámos aquilo tudo de alto a baixo. A casa tava apinhada e mais apinhada ficou com a nossa presença. A alarvisse começou desde logo e pouco demorou para que duplicasse, havia chegado entretanto, o grão-mor da alarvisse, Delisis na sua tipica Ducati. Chegara entretanto também, um companheiro e amigo da zona Oeste, Nuno o maestro.
Com o gang todo reunido, iniciámos então as inscrições e as dádivas propriamente ditas. Algo que levou ali um bompar de horas dada a afluência.
Lá para o meio dia e tal, zarpámos até um tasco ali por Vendas Novas, para malharmos como è da praxe, umas bifanas e umas jolas.
Ainda fomos à sede do Motoclube mas encontrava-se fechada, a um Domingo, às 14,00h. Triste não???
Posto isto, despedimo-nos do Delisis e Maestro que seguiram para Lisboa e nós regressámos a Évora para a inauguração da nova sede dos amigos das motas da Associação do Bairro de Almeirim.
A comida era de borla e só se pagava a bebida.
Ainda lá tive um bom bocado mas o sono e a canseira misturada com as bjecas começou a fazer moça e fui obriogado a retirar-me. Pelo que sei, a rapaziada arrasou com a comida e bebida toda, quer da sede quer do café ao lado, eheheh. Aquilo tava cheio de rapaziada de Reguengos, Alandroal, Montemor, até Star Riders lá estavam, um chavasco tremendo.
Eu dei de frosques para casebres e o resto dos Motoxaparros acabaram na casa do xico para uma açorda esperta.
Mais um dia bem passado e em boa companhia onde a boa disposição sempre caracteristica, reinou.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

fack'in the fuck of quinto fuck aniversárium...

O que há dizer deste aniversário?
Poucos mas bons, a velha guarda.
Alguns vieram e mais se foram, é como o trigo separado do joio, o tempo tudo encarrega de colocar no lugar. No final, fica apenas quem tinha que ficar, sem espinhas...
O evento desenrolou-se em 2 capitulos, a volta do resto da malta, e a minha com o delisis, Como saí do trabalho pelas 06 da matina, não deu para acompanhar a malta desde cedo, mas logo após umas poucas horas de sono, juntei-me ao delisis e iniciámos a nossa comemoração.
A malta por esta altura já tinha passado por Arraiolos e estavam à nossa partida, no restaurante o Parque na EN4.
Nós por sua vez rumámos para lados opostos, precisamente em direcção a Viana do Alentejo onde nos demorámos até mais que a conta. Conversa agradável, tremoços e umas valentes médias, foi o suficiente para nos acompanhar em boa disposição até às 14.00h. Por esta altura rumámos então à casa do Xico onde os restantes companheiros e Motoxaparros se encontravam. O almoço já ia a meio e depressa tomámos os nossos lugares. Boa comida, conversa e mais uns birinaites fizeram a festa, festa esta que se prolongou por muitas horas.
Lá para o final da noite demos por encerrado mais um convivio, mais um aniversário, desta vez, mais intimista e direcionado às gentes do grupo.
Outros tempos houve, em que fizeram os Motoxaparros o evento para terceiros. Desta vez, optaram por não fazer nada de todo a não ser rolar sem organização, e almoçar entre amigos próximos. Todavia, não deixou de ser menos interessante, pelo contrário...

5 meses


Já não vinha aqui à uns mesitos, 5 para ser mais preciso.

Não há tempo nem paciência, ou não houve, são fases.

Pouco se passou desde então, com a malfadada crise e as prioridades a sobreporêm-se, naturalmente, ainda assim algumas coisecas aconteceram sendo as mensagens em cima, o relato disso mesmo.

Abraço