Bem rapaziada, foram 600 fotos, quase 1 por cada km sendo que km's, foram mais de 800.
Só no primeiro dia levámos 12 horas a chegar ao Algarve....dass!!! :lol:
Dexei cair o ferro pró lado e fodi o matacães, mas já o endireitei no stationmarché de portimones, mas precisa de ser soldado e tal causa na desdobra, abriu. Pudera, aquilo já levou dois tombos que me safaram 2 depositos e umas boas milenas...
Também perdi o telemóvel na AE por 2 vezes. Da primeira a coisa ainda ficou mais ou menos por incrivel que pareça, agora na 2.ª ficou todo migado. A tampa foi com o caroço e galgou a ponte lá para baixo. Ainda assim, deu para recuperar o telemóvel e a beta que prendi com um elastico do cabelo bem como as poligrafias. Porra pá, benditas camadas.....
Quanto à crónica e às fotos coloco assim que puder, mas tão cedo não será,,,,não tenho pachorra, ainda assim, fica aqui um cheirinho :twisted:

DIA 1/Sábado
06.50h-Ramon acorda
07.30h-Ramon pequena almoça umas panquecas* com a sua maria
*(depois transmito a receita 8)
08,10h-Ramon senta-se no trono e recebe chamada do companheiro Delisis já na bomba com a burra atestada e orientadissimo para arrancar.
08,20h-Ramon chega à bomba, ripa 10 euros de 95 octanas e arrancam para Hellgarve numa viajem que dura 12 horas, 11e picos horas até Ayamonte e 40 minutos a abrasar até Portimão City pela A22 onde ainda presenciei um voo lindo de um LG qualquer coisa xpto. Foda-se!!!
O programa anunciado, como já havia dito na apresentação do mesmo, apenas servia como referencia e a titulo indicativo, não sendo para cumprir à risca, não contava é que fosse totalmente desrespeitado, eheheh.
O programa de de festas? Esqueçam, não existiu, lollll
A viagem iniciou-se em Évora claro está, com passagem por Aguiar, Viana do Alentejo, Oriola, Santana e Vidigueira, onde seria esperado nesta ultima tomar por lá o pequeno almoço, no entanto, seguimos viagem até Moura para adiantarmos caminho enquanto era cedo e nos encontrávamos em condições.
A partida iniciou-se com algum frio e nevoeiro lá pelas 08,30h, mas perto de Moura a coisa começou a melhorar bastante. O percurso de Vidigueira até Moura é um show pela estrada N258, pela qual nunca tinha passado. Estradão a perder de vista com passagem por pedrogão onde se comem uns pratos bem tipicos e umas vistas fantásticas.
Chegados a Moura lá pelas 10,00h mais ou menos, ripei mais 10 euros no intermarché causo as minhas contas sairam furadas e fiquei na reserva à saída da Vidigueira. Já no centro onde tirámos algumas fotos, abancámos num tasco onde já tinhamos estado num outro evento à uns anos atrás, para o primeiro mimo do dia, o
Delisis o seu pequeno almoço e o Ramon um café e pastel de nata. Rematei com 3 xicaras de mata-bicho seguidinhas para dar alegria, tanto, que baralhei logo o tico e o teco, pois não sabia dos óculos e tinha-os na testa... :-).
A coisa tava a aquecer, literalmente, o tempo também estava do best mesmo, pelo que foi assim que regressámos ao passeio. A Paragem seguinte foi à entrada de Espanha na “fronteira” pela N433 para umas fotos e atestar as burras com zirgolina mais barata.
11,00h-Entrada em Espanha
11,10h-Mijanço e atestanço
11,20h-Bjecas em Rosal de la Frontera e petisco oferecido pela casa(salgados e 2 croquetes)
12,00h-Regresso às lides pela A-495 com passagem por Paymogo e continuação pela A-499
13,00h-Bjecas em Puebla de Guzmán
14-00h-Muitas Bjecas em Villablanca
15 e piscos horas-Ayamonte(B mapa) para almoço volante e mais uma meia litrosa, de bjeca claro,... hic!!!
Com as burras atestadas, fizémos então a segunda paragem de muitas, para iniciarmos a verdadeira contenda até ao Hellgarve Land, 2 bjecas cruzeiro para abrir caminho e mais 2 para rematar com a oferta de uns croquetes à maneira e dois dedos de conversa com a empregada portuguesa. Ainda deu para tirar mais umas quantas fotos antes de retomarmos o caminho pela estrada A-495.
A A-495 tem vistas porreiraças com mata até perder de vista e um piso e curvas fabulosas. O desvio até paymogo fez-se mais à frente para pouco depois apanharmos uma outra estrada igualmente fantástica, a A-499 que nos levaria até Ayamonte.
O desvio até Paymogo tem uma pequena ratoeira que não fosse o anjinho da guarda ter zelado por nós naquele momento, não sei não sei. O Ramon na frente a toque de “zirgolina” e o Delisis na cola, a curtirem as rectas e eis que aparece um sinal a dizer qualquer coisa como curva à direita, e outro a dizer 50 kms/h, uma curva que era mesmo, mesmo, para fazer a 50. Conclusão??? prego a fundo em curva, pneu a ganir, e ferros a sairem de trajectória para a outra faixa, dass.....valeu não vir ninguém nessa altura. Repostos do susto, lá continuámos em passo mais moderado.
Na A-499, continuámos em passo descontraído com muitas fotos em andamento pelo meio e paragem em Puebla de Guzmán, para mais umas jolas e uns acepipes e azeitonas, numa esplanada atulhada de povo e sol num dia fantástico.
O remate antes de chegarmos a Ayamonte foi mesmo em VillaBlanca a poucos km's uma da outra, onde bebemos umas quantas.
Em Ayamonte e com o Delisis a orientar a cena, rolámos por algumas artérias da parte velha da cidade, acabando no Largo da Camara lá do burgo onde bebemos numa esplanada apinhada de gente, lá está, uma jola gigante com uns snacks para forrar o estômago. Rematei outra vez com mais pinga wiski que trazia no meu cantil biker, lollllll.
Lá pelas 5 e tal da tarde, após mais umas não sei quantas fotos e mais um reabastecimento até ao gargalo, rumámos até Portugal.
Neste ponto começam as minhas avarias, lollllll. Juro que não estava muito absintado, mas estava algo cansadote já :-D, pelo que ao atravessar a ponte de Espanha para Portugal em Vila Real de Santo António e na maior descontra com o teléle na mão a disparar fotos, levo um toque do vento que me fez largar o gajo. Foda-se!!! Foi um choque do caralho, o meu telelé novinho e tal no meio da Autovia. Vá de parar na escapatória e andar para trás para o recuperar, que por incrivel que pareça, estava inteiro e apenas com umas ligeiras mocadas. Recomposto do azar, siga para bingo para Vila Real de Santo António onde bebemos mais qualquer coisinha numa esplanada na baixa. Porém, ao chegar e atrás do compadre Delisis, este trava e eu atrás ao travar também, a roda resvala e o ferro foi ao chão. Não se passou nada demais pois estavámos quase parados, mas torci o mata-cães e fiquei com a peseira quinada pelo próprio mata-cães. Fiquei fodido mas não muito, pois era a segunda vez que o mata-cães cumpria a sua função, precisamente na mesmissima situação.
Lá para o final da tarde e já com o corpo a pedir descanso demos em zarpar até Portimão pela A22 cagando solenemente para o programa previsto. Ainda liguei ao Pires para beber umas com ele em Vilamoura, mas dado o cansaço e a volta fora de mão, já não foi possivel.
Pela A22 foi sempre a abrir e com a pressa de chegar tendo apenas a rapaziada reduzido o andamento já perto da saída para Portimão, momento em que tiro o telelé para mais umas fotos e o volto a perder, desta vez, sem dó nem piedade. Parei novamente e andei atrás uns metros valentes, muitos metros valentes. Encontrei a parte da frente toda migada e a bateria do outro lado da faixa igualmente fodida. A tampa nem sinal, deve ter-se baldado do pontão lá para baixo da ribeira.
Foda-se outra vez!!! Felizmente ficou a funcionar e não perdi o cartão de memória.
Com a moral em baixo lá peguei no ferro e zarpei até ao encontro com o Delisis. O destino seguinte seria casebres.
A noite afinal não teve grande história, pois a rapaziada já estava a pino desde as 6 e tal da matina com 400 Km's em cima e mais umas litrosas valentes de cervejame. Um duche rápido, uma janta baratinha no MySelf junto à Ria, uma passagem pela fortaleza da praia da rocha e uma cafézada no Gingkos junto ao apartamento e estavamos de volta a casebres. O ponto de ordem era descanso.
PERCURSO:
http://tinyurl.com/hellgarve-invadersDia 2/Domingo
08,30h-Alvorada
08,35h-Gurozan para o Ramon
08,40h-Delisis no trono
09,00h-Ramon no trono
10,00h-Pequeno Almoço na Praia da Rocha
11.00h-SPBK Autódromo de Portimão
12,30h-Inicio de regresso
REGRESSO: http://tinyurl.com/hellgarve-invaders-bazoff
Quanto ao regresso não sei os horários mas a coisa foi menos violenta que no dia anterior, ainda assim, foram outros tantos km's e umas quantas paragens em Rogil, Zambujeira, Odemira, Aljustrel e Évora, para beber umas bjecas claro está.
O tempo estava muito mais ameno e fresco, tornando o regresso muito mais tranquilo e calmo como seria de esperar e coo se desejava até.
Regresso com passagem por Sagres, Aljezur, Zambujeira do Mar, Odemira, Aljustrel, Ferreira do Alentejo, Odivelas(do Alentejo), Torrão, Alcaçovas, évora(Praça do Giraldo)
No segundo dia e após desintoxicação e duche, iniciámos a 2,º parte do voltêdo com o pequeno almoço tomado junto à praia da rocha num tasco apinhado de malta da Ducatti. Pequeno almoço mesmo fixe tal era a galga.
O passo seguinte foi atestar a burra mais uma vez e passar pelo Rodie no Intermarché para colocar o mata-cães outra vez no lugar, o que viria a conseguir com um pé-de-cabra de 1m que os gajos para lá tinham. Agora só já falta soldar porque a puta da barra abriu na zona da dobra, mas ao menos foi ao lugar assim como a peseira. Orientados por fim, seguimos em fila atrás de uns bacanos e depois atrás de outros tantos até ao Autódromo de Portimão City onde bebemos mais umas jolas e tirámos umas fotos para recordar. Lá para o meio-dia e coiso e tal, uma vez que não estávamos para pagar 20 aerios para entrar, pirámo-nos em direcção a sagres pela nacional em passo bastante comedido e a desfrutar a paisagem e o clima.
Já na fortaleza e com um ventinho forte como o caroço, abancámos num tasquedo para almoçar uma cena rápida, ver as vistas e tirar mais umas fotos. No regresso e antes de tomar o rumo até à costa vicentina, ainda houve tempo para passar pelo farol e pelo centro de sagres para mais umas fotos.
O regresso pela EN268 em direcção a Aljezur e com os moínhos eólicos como companhia, fez-se de forma pacifica ao sabor das curvas e vistas. Desviámos até à Arrifana atravessando a serra e curtindo as curvas em alto estilo. As vistas da serra e da mata são fabulosas, assim como as da praia e do vilarejo.
Aljezur e o respectivo motoclube, os moto ratos, seriam o poiso seguinte para bebermos mais umas, mas a sede encontrava-se fechada pelo que bebemos mais à frente em Rogil. Ainda fomos lá para dentro em busca da praia e das vistas, mas a dado ponto a estrada asfaltada acabou e não quisemos arriscar uma queda no tarraço, pelo que retomámos de novo a estrada de regresso.
Em Zambujeira bebemos mais uma jola, em Odemira mais jolas e bucha, e em Aljustrel cafézada para ultima estirada de 102 Km's até Erva City.
Ainda parámos em Alcaçovas na estação, que dizem as más linguas ser uma taberna onde se fodem umas putas, mas o compadre achou mau pagarmos uma mini a 1,5€ lollllll, pelo que terminámos numa esplanada no tabuleiro da Praça do Giraldo onde nos foderam 5 euros por duas imperiais, ou seja, fomos fodidos mas com mais glamour, lollllll.
Por fim e lá pelas 21,00h demos o bacalhau da ordem e rumámos até casa estadafinhos mas de rego cheio.
Contas não sei, mas assim por alto foram 4 depósitos para 800 e tal Km's. Nem dei por eles passarem e já sinto saudades do fim de semana passado. Se pudesse era todos os dias meus caros :-).
Excelente volta com conta, peso e desmedida medida, lol, onde tudo correu pelo melhor apesar dos pequenos azares fruto da cevada, ou não.
Espero terem ficado com uma ideia da cena, mas lá está e como bem sabem, para se saber exactamente é preciso lá estar e viver a cena.
Grande abraço aos ferrosos deste país e venham mais voltêdos destes porra....
https://picasaweb.google.com/104409700905043865389/500MilhasEDHellgarveInvaders?authkey=Gv1sRgCNj3g6PdrPPpFA#
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By Dumou:
Fim de semana SBK 2011 – 15 e 16 / Out – Sumol Bikes e Km -
A crónica.
Évora, 8 da matina, conforme combinado já eu estava na bomba, com a burra atestada, café bebido.
Ramon, népias de aparecer. Liguei. Eco ? “É pá tou quase a sair”
Saída com paragem prevista na Vigueira, frio, nevoeiro, sol a nascer. Lindo e duro.
Afinal a média do andamento está a ser boa, comemos qualquer coisa em Moura.
Café na praça central, sem stress, muita malta a passar em ferros a caminho da gasosa mais barata mesmo ali ao lado.
Tirou-se uma bucha, bebeu-se um trago de água fermentada em cascos de carvalho e seguiu-se para Rosal de la Fronteira.
Passados a fronteira, a mija da ordem para marcar os nossos sentimentos e seguir à bomba. Nós e mais 20 motas a rugir as 11h da manhã. Brutal.
Beber uns sumóis na esplanada, empregada portuguesa, simpática e foto da praxe no largo principal.
Montar nas burras e seguir, próxima paragem, Villanueva de los Castillejos.
Sol, calor, estrada vazia, rectas e curvas apertadas.
Gancho à direita, excesso de velocidade e ficou meio pneu no alcatrão, qual marca da minha passagem naquela paisagem árida.
Dia de mercadilho, esplanada à sombra, mais uns sumóis com azeitonas, sempre as azeitonas.
Lá seguimos, queríamos almoçar em Ayamonte.
Mas porra, estava apertado, excesso de sumóis, e tive de parar para mictar num wc que não sou um gajo qualquer.
Lá parámos de novo, em VillaBlanca.
Depois de aliviar, esperar pelo Ramon que ficou a fotografar as vistas.
Mais um sumóis e hei-nos de novo na estrada.
15h. Ayamonte. Praça central, volta pela vila, comer qualquer coisa, beber um sumol de meio litro e mais uma foto da praxe. Aqui já se acusava cansaço.
Meter gasosa mais barata, e seguir para Portimão, nosso destino.
Ramon perde máquina de fotos na AE. Volta atrás. A máquina não parou. Está nova.
Chegados a Vila Real de Santo António. Feira na avenida junto ao Rio, trânsito cortado, confusão. Mota do Ramon…Chão. Mata cães torto. Mas tudo fino.
Esplanada tuga na praça principal, beber mais uns sumos nacionais que as saudades são muitas.
Rir e estupidificar com os acontecimentos, ligar às moiças das nossas vidas. Cada um às suas.
Seguir para o destino.
Portimão claro está. Junto ao mar até Monte Gordo. Bem aquilo está enorme, muita bife e gajas loiras.
Depois seguir para Portimão, pela AE 22. Sempre nos limites…Legais.
Ramon de novo atrasado. Máquina de fotos de novo a voar, desta feita aterrou 20 metros lá em baixo. Mas sobreviveu de novo. É o que dá sacar fotos em andamento.
Chegados a Portimão, jantar, xixi cama. Afinal dia foi longo e o Sumol faz a bexiga bulir até tarde.
Domingo, acordar cedo, fazer as malas e tomar o pequeno à beira mar. Lindo inicio de dia. Sol sem calor.
Zarpar direito ao Autódromo, muita ducati vi eu. E todas com mulas boas à pendura. Só eu tenho uma duci sem pendura como extra.
Beber um sumo no autódromo. Mais fotos, de motas e penduras.
Zarpar de novo. Rumo a Sagres.
Praia da Mareta, forte de Sagres e um Hambúrguer com Sumol fustigados pelo vento. Que belo dia. Que bela vista.
Seguir ao cabo de S. Vicente, vista de cortar a respiração. Mar batido, vento na face. Brutal. Fotos brutais.
Seguimos de novo junto à costa.
Antes de passar por Aljezur, mais uma paragem, desta feita em Vale da Telha, nos Montes Clérigos, praia magnifica.
Muita malta na água, muito surfista.
Já se fazia horas e seguir até Odemira, mas antes paragem em Rogil, para beber mais um Sumol e descansar a nalga que já dorida, há muito que clamava por descanso.
Estrada fabulosa, curvas lindas, alcatrão bom, trânsito fluente.
Em Odemira mais gasosa, uma empada e um guarána. Estávamos a preparar para a última estirada.
Seguimos direitos a Aljustrel para o último café, com o por do sol nas nossas costas, estrada limpa, mais fotos brutais dos campos alentejanos em tons de marrom.
Paragem final, em esplanada no centro, cheia de gente que aproveita os últimos raios de sol para se preparar para a semana de tr*b*lh*.
Évora, chegada no domingo, após 830 km, e um pneu na lona.
Última foto e Sumol na Praça do Giraldo. 2,5 € cada uma. Dassss…Devo ter partido algum vidro de certo.
Pró ano há mais. Ou não.
Fim de semana fabuloso numa companhia muito boa, boas estradas, bom andamento.