BR Custom Cycles

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Canhão da Nazaré

 Designada por Yamaha BT1100 Bulldog, com 70hp, 1100cm3, motor V-Twin e veio de transmissão, é uma maquina diabólica, versátil, confortável, económica qb, estradista, com autonomia, mecânica simples e de fácil execução, consensual, e sou o feliz proprietário desde  2018. 


Maktub, estava escrito


Tem tudo o que procurava quando entendi vender a saudosa Honda NTV 650 e encalhei nela por acaso. De design intemporal, aspecto apelativo, e tiragem limitada, consegue transmitir emoção desde baixas rotações. 

Um cavalo, portentoso e esguio.


RAMON 54@

Customs - Choppers &/vs Cafe Racers

Tinha referido em 2018 que nao tinha especial interesse em mais nenhum tipo de moto que não as custom e as café racer. Até algum tempo atrás não me via em mais nenhum motociclo que nao estes. Tive uma dragstar 650 e uma 1100, também esta última uma preciosidade, e não fosse a falta de garagem e as agruras da vida e também a teria até hoje. As custom sempre foram o meu tipo de moto.

A NTV veio algum tempo depois, tinha grandes planos para ela, dar-lhe forma, estiliza-la, dar-lhe singularidade, fazer dela uma CAFÉ racer. Comprei-a especialmente para esse projeto e dado o seu design nada concensual e desconhecendo a máquina em si e a sua alma, facilmente me rendi aos seus encantos e até o seu aspecto obsoleto aprendi a gostar.

O projecto em si nunca cheguei a iniciar, a proximidade das inspeções, o cerco das autoridades, a pressão e exigências cada vez maiores para os motociclos, a desvalorização acentuada ou não valorização mesmo depois do investimento considerável, frustraram as minhas expectativas. Neste seguimento encetei diligências no sentido de procurar uma moto mais concensual tendo em conta vários aspectos e alguns condicionalismos. Tentei procurar algo confortável, versátil, económico, de mecânica simples e facilitada, com cardan e motor V-Twin.

Já estava a desesperar (e explico mais à frente porquê), quando me surge algo que desconhecia totalmente ou para o qual nunca tinha prestado muita atenção(as palas não me permitiam ver para o lado), uma Yamaha BT 1100 Bulldog com design muitissimo apelativo e intemporal. Um canhão de 1100cm3, 70cv, cardan e motor em V, o mesmo motor da virago 1100, ciclística tipo trail, naked, confortável qb, economica qb, mecânica semelhante à virago e dragstar 1100. Um verdadeiro achado e outra verdadeira pechincha. Um conceito algo estranho e de dificil habituação, mas depois entranha-se e sente-se quase como algo de culto. Moto com tiragem limitada e que não passa despercebida. Tal como a ntv tem alma aguerrida e nervosa, suscita paixões e emoções. E principalmente, preenche todos os parâmetros pelos quais me regi.

Em 2018 não considerava outro tipo de moto que não apenas os ferros e café racers.

As café racers, se pagarmos as alterações, pagamos consideráveis somas e tornamo-las ilegais simultaneamente, não sendo portanto opção.

Se as comprarmos com esse design específico, agora que estão muito em voga e na moda, pagaremos demasiados milhares de euros com notória sobrevalorização. Além de que, como o próprio nome indica, podem igualmente gerar paixões, e sei que sim, mas deixam muito a desejar quando se fala em versatilidade e conforto. Não sao motos confortáveis, de grandes viagens e com capacidade de carga. São de facto motos muito apelativas e são da minha preferência, mas quando se procura algo de forma permanente, procura-se consistência e compromisso.

Já as custom teem isto tudo, ou quase, mas novas deixaram de fabricar ou existem poucas alternativas e as usadas teem preços igualmente sobrevalorizados como se, de semi-novas se tratassem, o que me faz e sempre fez, fugir para o sentido oposto. Por outro lado, por mais que gostasse de voltar a ter um ferro, jamais sucederá, não só pelos motivos atrás mencionados, mas porque as minhas costas, particularmente a zona lombar, já não permite.

Customs & cafe racers são as máquinas da minha preferência, e eram as unicas que considerava ate 2018. Hoje a minha maquina de eleição é a Bulldog. O futuro não sei, mas não andará muito longe desta ciclistica. 

Boas curvas

Ed54

RED BIKE II - parte 2

Esta menina, comprada com 23 anos por 1200 euros, foi dos melhores negócios que alguma vez realizei. A Honda NTV 650 era uma máquina deliciosa e infernal, estava em excelente estado, movia-se como se fosse nova, consumia pouco, e disparava em 6.a dos 60 aos 180km/h. Ainda recordo o consumo, 220kms por 10 paus. Tinha veio de transmissão, requisito imprescindivel e alma de ferro, um V-Twin cheio de garra.  Foi com imensa pena que me vi obrigado a vender, ainda que com lucro substancial. Tivesse eu garagem e ainda hoje a teria. Uma moto de caráter único, capaz de mover ódios e paixões. O comprador ficou bem servido, e feliz, também ele um apaixonado. 

ED54@

Ressurect

 ....from the dead ones.

3 posts separam esta mensagem desde 2018 a esta parte. Os mesmos 3 posts que procederam um interregno de 6 anos. Creio que os ultimos devaneios explanados por aqui datam de 2012. 

Em 2018 vinha com algum fulgor, ciente que ia voltar a ressuscitar isto de forma ativa como outrora, mas rápido concluí que jamais seria possivel. E apenas 3 mensagens bastaram para perceber isso mesmo. Oito anos é alguma coisa, não quando se é jovem, mas quando se está nos quarentas e muitos faz diferença. Diferença de como encaramos as situações, a vida, as motos, as gentes e sobretudo o nosso tempo e a forma como o gastamos.

Paralelamente e a caminhar ao nosso lado, temos a estrada da vida, com todas as suas virtudes e vicissitudes. Não posso dizer que os tempos são os mesmos que em 2012 ou melhor ainda em 2006. Lá atrás rolava-se forte e feio, as voltinhas eram inúmeros, os convivios frequentes, os kms aos milhares. Respirava-se outro ar, a vida era mais preenchida, a gota permitia mais e maiores aventuras. Hoje são preços proibitivos para laurear a pevide como no passado(parece que me estou a repetir, já em 2018 dizia o mesmo).

Naturalmente menos incursões, consequentemente menos o que contar. Ainda asssim, tenho rolado dentro do possivel, o bichinho permanece, mas confesso que pouca pachorra tive para aqui vir. Preveligiei outras aspectos da minha existência e gastei tempo de forma distinta. Tentarei no entanto ser mais assíduo e contrariar a tendência do passado.

Cumprimentos da velha guarda

Ramon ED54


sábado, 19 de novembro de 2016

DAEMON BLOOD16

Daemon Blood = dar sangue

Já la vão mais de 20 dádivas, desde 2006 creio eu, mais assiduo nos primeiros anos, não tanto no presente.

Dia 27 de Outubro(2016), foi dia de folga e foi dia para fazer kms, descomprimir e claro, dar sangue.

Foi ali no Hospital do Espirito Santo, bem acolhido pelo pessoal administrativo e enfermagem, amigos, seguido de pequeno-almoço e percurso de 100 kms pelas estradas alentejanas. a Banda Sonora? Creedence Clearwater Revival


















Red Bike II

A "DIVA", Dragstar 1100 xvs classic, companheira de imensos kms, mais de 40000, por força das circunstancias deu lugar a uma outra. Honda NTV 650, de 1993, uma quase classica mas em excelente estado de conservação e a aguardar pelo MOD. café racer.

Estilos diferentes, ciclisticas diferentes e comportamentos diferentes mas ambos com a mesma alma e garra, um V-Twin a debitar perto de 60cv.

Ferros e cafe racers são as unicas motos que consideraria comprar e com as quais me identifico. Esperam-me muitos e bons Kms. Haja estrada

ED54

Daemon Notes

18 de Abril de 2012, creio que foi a ultima mensagem que postei. Já lá vão uns aninhos, 4 e tal mais precisamente. Tantos que já nem me recordava disto. 
A vida entretanto mudou, muito, a nivel pessoal, a nivel social. A vida tornou-se mais aspera e eu menos duro com as palavras, menos revoltado.

Tentarei dar novo folego por aqui, postando as minhas merdas, não como outrora certamente, que a gota está com preços proibitivos e o tempo já não abunda como antigamente, mas à medida da disponibilidade.

Até já

Eborae Ramon Daemon
support 54

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Panos & Panos, Lda.

Confesso que já me faz alguma(bastante) confusão, olhar para os panos nos costados da malta, aqueles dos grupos e motoclubes motards, é mais ou menos como quando entra uma merda qualquer para o olho, um gajo fico meio desconfortável. Nada tenho contra, mas apenas isso, não respeito nem deixo de respeitar, estou-me completamente a cagar, mas não deixo de pensar na quantidade de malta que anda a reboque e que não pensa por si.
O mundo evolui e por conseguinte as pessoas também o deveriam fazer, faz parte da aprendizagem, contudo existem individuos que insistem em andar a reboque. Independentemente dos adjectivos que poderia indicar como razões para tal comportamento, na minha opinião claro está, não consigo conceber a ideia de que, em pleno século 21, existiam ainda pessoas desmemoriadas e incapazes de pensar por elas próprias. Vejo a questão como que uma cena primitiva, em que existe a necessidade de andar em grupo para as caçadas ou para as batalhas, e onde o povo era, supostamente, muito menos inteligente. Nos dias de hoje não há esssa necessidade e todos têem a capacidade de ter pensamento próprio sem que nos digam o que fazer ou por onde ir. Há quem não queira fazer uso dessa faculdade e estão no seu direito, mas esta questão pensada de forma racional e lógica, à muito que a extinção destes grupos se teria dado.
É como ser cristão, ninguém o seria se pensasse de forma racional por exemplo, está tudo dismistificado e comprovado cientificamente, pelo que se continuam a existir cristãos, apesar de todas as agruras da igreja desde a altura da inquisição até à pedofilia dos dias de hoje, só posso deduzir que se tratará de pura ignorância.
Recuso-me a aceitar e a deixar de evoluir, recuso-me a não aprender com os erros e com a vida, e recuso-me a envergar outro pano que não o meu. É verdade que já fui ovelha, e é verdade também que já enverguei outros panos, 2 mais precisamente, mas como tudo na vida, existem mutações, percepções, que com o tempo se vão alterando e nos dão a perceber a mesma merda mas por outro prisma. Retirar daí elações com proveito próprio é o passo que muitos ainda teimam dar.
Tenho verdadeira admiração não por gajos que andam em grupo com o pano às costas, daqui para o café e vice-versa, ou para uma qualquer concentração, mas sim por aqueles que prescindindo de qualquer pano ou companhia, se fazem à estrada percorrendo milhares de km's, esses sim, o meu respeito. Não é o pano que dá carácter ou força a um tipo, mas sim a atitude.

terça-feira, 17 de abril de 2012

VAKAZAKI

Tenho pena, tenho muita pena, apesar de pequeninos, estes rapazes foram grandes, alcançaram muito, chegaram aos 4 cantos de Portugal e ilhas, literalmente e sem exagero. Já em 2005, 28 de Agosto de 2005 mais precisamente e só como exemplo, fazia-se  num blog açoreano, referência à vaquinha alentejana, aquela aqui em cima e a que se entendeu apelidar de vakazaki.
O grupo de "amigos", apenas amigos sem qualquer filiação ou conotação profissionalizante, denominam-se motoxaparros, e surgiram em Abril de 2005. Eram apenas 1/2 duzia de companheiros, mas com perseverança e alguma dedicação, conseguiram levar o barco por algum tempo e alcançar grandes feitos.
Eventos como os aniversários, ou outros temáticos e regulares como as vampiragens(dádivas de sangue), conseguiram reunir participantes e amigos em diferentes ocasiões e eventos, desde a dezena à centena, oriundos de todos os cantos do país. O Alentejo foi sempre o porto de abrigo, a "casa" onde sempre fizeram questão de bem receber e dar a conhecer aspectos culturais e gastronómicos. Orgulho-me de ter sido peça chave e de ter feito parte desse projecto, entretanto extinto contrariamente aquilo que os próprios afirmam, fruto dos seus próprios erros e cegueira.
Quando acredito em algo e me empenho profundamente, espero o mesmo de retorno de quem me acompanha, e nem precisa ser na mesma proporção ou medida, apenas um nico que seja. Quem assim não fizer, leva comigo em cima, pró bem e pró mal e assim foi durante algum tempo até que me cansei de puxar as orelhas. Em boa altura o fiz e em boa altura também, entendi deixar o barco activamente, dado o rumo ter passado a ser exactamente contrário, aquilo que lhe deu origem. Nunca deixei de me identificar com a ideologia do grupo aquando da formação inicial, mas deixei de me identificar com a ideologia da esmagadora maioria, por esta altura, sedenta de novos membros. Muita parra e pouca uva, vaticinei, infelizmente, o tempo veio dar-me razão.
Recordo-me que por capricho, o fórum mudou 3x, recordo-me igualmente da afluência diária e participação no mesmo, e de ser zero nos dias de hoje, recordo-me de mais qq coisinha, que nem os pseudo motoxaparros se dedicam mais ao projecto nem tempo arranjam para visitar o forum, nem nunca o fizeram em dedicada proporção, pelo que o óbvio é notório, convençam-se compadres, ACABOU!!!...vocês morreram pá.
O mundo mudou, o mundo muda, constantemente, e as pessoas fartam-se, as merdas deixam de ser novidade, e coisas novas aparecem. A terrinha é grande e à falta de guito para rolar, fazem-se escolhas. Jamais irei escolher por algo onde fui mal tratado, ou onde não me sinto bem, ou por onde já rolei, ou participar em algo só porque sim e onde alguem faz só porque tem que ser, dispenso.
Para mim, os motoxaparros sucumbiram com os próprios tiros nos pés, por não quererem manter-se fieis e levarem a cena de forma simples e sem complicações. Quiseram inventar, quiseram regras para as quais todos cagaram e nunca cumpriram mas que tentaram impingir aos outros, e foderam-se, pois os outros cagaram para eles, geral. A morte anunciada, sem ser visionário, à muito a vislumbrei, mas não me quiseram dar razão e continuam a enganar-se.
Sem dedicação, empenho, amizade, amigos, nada resiste e eis a prova.
Tenho pena, tenho muita pena...

1.ª Feira da Motorizada

Fui Domingo, dia 15 de Abril, solarengo mas com uma ventania endiabrada. Fui só, claro está, os meus conhecidos motoxaparritos andam arredios.
Saquei da burra e fui abastecer com 10 euritos controladitos para disfarçar a reserva, os 40 Km's de cá para lá e vice versa não justificam maior dispendio.
Em passo moderado depressa alcançei Arraiolos e ao local da feira, o Pav. Multiusos do vilarejo. Levei máquina, mas não tirei qualquer foto, aquilo estava muito fraco, motorizadas com fartura até havia, mas na maioria eram chaços enferrujados, assim como as peças que se encontravam à venda, pura sucata. Maioritariamente, quase na totalidade mesmo, só se encontravam as Famel, Zundapp, Casal, poucas em bom estado geral. excepção ali para o Clube de carros e motorizadas antigas de Montemor-o-Novo, em que levam a recuperação das montarias a sério. Aqui vi o unico motociclo interessante, uma BSA preta em excelente estado de conservação.
Feira muito, mas mesmo muito fraquinha na minha opinião, dando obviamente nota negativa à organização. Valeu apenas pela voltinha, que apesar de curta, deu para recarregar as betas e pensar na vidinha.
Bikers Base, a crónica - by Ramon

09.00 da matina, saída de casebres para abastecer e ver a pressão dos pneus. Pouco depois, encontro com o capitão Hulk no intermarché do Frei Aleixo, para viagem tranquila até ao Modelo de Estremoz onde havia combinado com o Costa. A comitiva Alentejana fez-se à estrada pouco depois, após o pequeno almoço da ordem.

Minis pelo caminho não houve, mas depressa começamos a emborcar nelas assim que chegámos ao BikersBase, pois fomos os primeiros a chegar lá pelas 11.

Conversa em dia, apresentações, inscrição feita e alguns ajustes de ultima hora, e eis que começa a chegar o povo. A mesa dos Alentejanos, aquela lá do canto, já bombava com os enchidos do hulk e o queijo do Costa, e apesar do pão tardar em chegar, a malta não se fez rogada. Por esta altura a casa já estava bem animada e as minis corriam a bom ritmo, assim como o vinho, a ginja e mais o catano. O tempo voou e depressa passou a minha hora, aquela em que decidi sobriamente que seria a hora. Alguma rapaziada já havia regressado, e eu também havia de o fazer, mas com mais umas gasosas em cima e um pouco mais tarde do que seria suposto. Era inevitável, com aquela lista de notaveis e ainda assim, tive que me raspar à francesa.
O regresso foi atribulado como o caroço, primeiro atrofiei com o mp3 e quando parei, não encontrei os óculos, parei mais à frente, parou um carro à minha beira, era o Ghost Rider, tá tudo bem mano, só fodi as gaffas, sigo para a frente, com os óculos escuros, frio do car..lho, paro outra vez, em Estremoz e mais outra não sei onde, regresso longo como o caraças, a cabeça ainda em Portalegre e quando dou por mim, estou a raspar a 100km/h com o ferro no rail. Valeu-me o rail, valeu-me o matacães e valeu-me o menino jesus, pois tudo poderia ter sido bem diferente, ainda assim, aconteceu-me o melhor que poderia ter acontecido e sem sequer me espatifar na estrada, fodi apenas o pisca da frente, o matacães que foi de vez, as calças que já tiveram melhores dias e a perna que de raspar no rail ficou com um inchaço do catano do joelho para baixo. Enfim, tudo culpa minha e deu finalmente para perceber que não mais poderei abusar da sorte. Com uma listinha ferrosa daquelas, muito cedo percebi que iria ser f.oda
Convivio muito porreiro e escolha acertada para quem decidiu pernoitar por lá. Eu infelizmente tinha que trabalhar no dia seguinte.
Desculpem lá a saida à francesa e tal, mas era assim ou tava fodido.

À organização e aos convivas, os meus agradecimentos.

Venha o próximo



Daemon Blood 4 & Ink Sessions

Fim de semana calminho, a rolar q.b.
Dia 24 Sábado, arranque de casa lá pelas 08.00 da matina tendo parado ali no Maré para abastecimento da burra. Dalí, foi sempre directo até Beja rumo ao estudio Antraste para retoque no cotovelo e em tatoo antiga.
Á saída de casa, o céu estava encoberto e acabei por confiar na previsão dada pelo android, pelo que na zona da Vidigueira, acabei por levar com os primeiros pingos na tromba. Depois de parar debaixo de um pontão, a coisa lá amainou e deu para seguir viagem.
Já em Beja e lá pelas 9 e picos, O Nuno(tatuador) iniciou então o tr*b*lh* de retoque sempre com a actualidade como tema de fundo, sendo que por volta das dez e meia estava já despachadissimo e pronto para o regresso. A chuva caía amiúde, o que me fez esperar mais um pouco e prolongar a conversa. Lá pelas 11h e dado a chuva continuar a morraçar, caguei na cena e bazei mesmo assim, da molha já não me livrava pensei eu e mais tarde, provavelmente muito pior. Um bacalhau da ordem ao Nuno e zarpei até ao hiper continente para um café reconfortante e um pastel de nata. Por esta altura já tinha as calças molhadotas dos joelhos para baixo, continuando no entanto a morraçar. Queimei tempo ali na SportZone e na esplanada, e vendo o tempo mais seguro mas no entanto carregado, arrisquei. A coisa correu bem até à malfadada Vidigueira onde levei novamente com agua pela tromba, oito Km's até Portel que me fizeram molhar o resto que tinha seco. Parei na Galp para uma mini e uma empada e ver a chuva passar. Dalí foi sempre a rolar até Évora em passo moderado e sem chuva, tendo chegado a casa apenas com as botas encharcadas. Parei no tasco ali ao lado onde bebi mais 3 cervejolas para aquecer e subi para o almoçareco, era, aí umas 14 e picos horas.
Manhã calminha com a chuva a incomodar, mas só até determinada altura.
Domingo, dia solarengo, dádiva na escola de S.Mamede pela Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Distrito de Évora.
Peguei no meu filhote e ambos zarpámos na burra até à escola. A voltinha tinha 3 objectivos, primeiro dar sangue, já que na data anterior adiantada por mim, não foi possivel comparecer por imprevisto de ultima hora, segundo, rolar com o meu puto, já que ele adora mas as oportunidades são poucas, e por fim, dar-lhe também a conhecer a acção em si e o ambiente vivido.
O processo foi relativamente breve, pois já fui perto do meio dia.
Dali, rumámos até casa pelo caminho mais longo passando pela lavagem para lavagem da burra.
De tarde, com um sol do catorze, rolei mais uma beca pela cidade bebendo umas jolas na esplanada do Templo Diana e Aeródromo, cinco estrelas...
Ainda pensei em mandar sms's aqui aos xaparros, mas provavelmente nem me responderiam sequer para me mandar ao caralho.

Fim de semana porreirinho pá.....

1ST Daemon Give

Então a segarega reza assim, após alguma insistência da minha parte aqui com o staff dos motoxaparros, no sentido de se fazer um Bora Lá(evento de solidariedade), e face à falta de resposta, mandei tudo levar nas nalgas e resolvi fazer eu o meu próprio acto de solidariedade. Apelidei-o de 1St Daemon Give e fi-lo hoje, dia de carnaval, ali em Alcaçovas na Associação Terra Mãe. Porquê????Porque existe mais mundo para alem do chão dos meninos e porque me cansei de esperar por cooperação e orientação.
Aproveitando o dia de carnaval e o corso carnavalesco ali em Alcaçovas city, peguei na ramona e no meu puto e zarpei até lá, claro está, depois de carregar a carrinha e de uma franganada bem regada ali no tasco do rossio.
Em Alcaçovas, ainda deu para curtir uma beca do desfile antes de proceder à entrega dos artigos à associação, brinquedos a dar com um pau, roupa, uns bacios e uma bicicleta novinha em folha.

A saber:Associação "Terra Mãe" - Lar e Centro de Acolhimento para Crianças e Jovens - Alcáçovas
Presidente: Luís Filipe Braga da Silva
Morada: Travessa S. Teotónio, nº 9
Código Postal: 7090-072 ALCÁÇOVAS
Telefone: 266 954 688
Concelho: Viana do Alentejo
Categoria: Social

Não existem meninos na instituição e até a actual sede é uma residencia particular alugada, no entanto, irão brevemente iniciar a construção da sua sede. O seu raio de acção, é o acompanhamento e auxilio a familias e crianças carenciadas do concelho.

Está feito.
Agradeço aos motoxaparros o desinteresse, pois só assim foi possivel proceder ao 1st Daemon Give .
 
Asta la vista.
 
 


Algumas fotos, poucas...  
  


  



Vende-se ou talvez já não..

...well, não encontrei onde colocar o seguinte tema(em baixo), pelo que coloco aqui e tal, nada de novo, só uma constatação, de que este povo não tem remédio.

À uns tempos atrás, coloquei o meu ferro à venda por um preço que considerei justo e aquém de outros ferros similares. Na altura, não a vendi, supostamente, por uns miseros 300 euros, isto é, compravam-me o ferro se baixasse 300 euros. Claro que não cheguei a saber se o homem comprava ou não, pois não baixei o preço já que a vontade de vender também não era nenhuma. Entendi que ninguém deixa de fazer negócio por 300 paus se estiver realmente interessado.
Meses depois e depois de muito pensar, adoptei uma outra estratégia, colocando anuncios na net de forma bastante explicita e em português simples e claro. O preço era inegociávcel contudo, estava exactamente 1400 euros mais baixo, isto é 3900 euros. Acreditam os meus caros que ainda assim recebi mensagens imbecis de uma serie de gentinha atrasada mental?
Fooosga-se!!! Desde troca por outros chaços, por carros, por jipes, pela dona da mãe deles pá....Depois não há um filho da truta de caramelo, que não venha reclamar o preço pá...nunca é baixo o suficiente, gente miserável. Tou farto fodex e retirei o ferro de circulação, que se fod*m todos porra.
Facilmente chego à conclusão que a malta quer ser enganada, nasceu para isso. Mais vale pedir 5000 paus e depois baixar 500, que ainda ganho no negócio, certo?
 
SAFA!!!

..e a vidinha continua

...continua, não como queria, mas continua.
A vidinha vai de mal a pior,as dificuldades são grandes, cada vez maiores, o guito não chega, muito menos para rolar.
Porra pá, ufa....
Não tenho rolado como noutros tempos e vejo que a malta em geral também não, isto está uma cena, o desinteresse é geral, vejo foruns a morrer, clubes a "fecharem", amigos a afastarem-se, é a evolução natural do estado da nação, em parte porque permitimos, deixamos que sejam outros a orientar, mal, as nossas vidinhas, que podiam ser bem melhores, enfim....
Vou tentar ser mais assíduo nas minhas verborreias virtuais, aqui mesmo, mas como é de esperar, também eu, face à falta de crónicas, tempo e vontade de escrever sobre trampa e afins, padeço do mesmo mal que o resto da carneirada.

Salut!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mais uma, aconteceu este Domingo passado, 04 de Dezembro de 2011 em Vila Viçosa, Hellentejo.
09 da matina lá estava eu a chegar às bombas da repsol em Evora City, onde alguma rapaziada já se encontrava. O resto da malta foi chegando aos poucos.
Abastecimentos feitos e conversa em dia, iniciámos então lá pelas 09.30h o trajecto até Vila Viçosa em andamento moderado. O local da Vampiragem foi o centro de saúde lá do sitio, um edificio novo e moderno com pessoal super simpático. As fêmeas de Vila Viçosa também são do best, boas e bonitas.
A entrada da rapaziada no centro de saúde foi como de costume, com alarvidade e desatino, como é já habitual, destacando-se como sempre também, o compadre Dumou, ex delisis dos Motoxaparros, que mantém a alma, boa disposição e espirito deste grupo. Tem grande alarvidade é certo, mas sem ela perdia-se muito.
Inscrições feitas sempre com a galhofa à mistura, lá se esperou pelo momento de dar sangue entre uns morfes e mais 2 dedos de conversa.
Os convivas eram mais de 30, entre Motoxaparros, MC O Templo, GM Estremoz, MC Lisboa e amigos. Lá pelas 01.00h zarpámos até ao Alandroal, onde se realizou o almoço para o pessoal, sopa de feijáo com espinafres e grel~hada mista com as habituais bebidas incluidas e o catano. Felizmente, começámos logo a comer assim que chegámos e depressa me despachei. Infelizmente, tive que saír pelas 14.00h, pois o tr*b*lh* esperava por mim. Despedidas à francesa e dei de frosques até Évora sempre a dar gás. Estradões impecáveis e vazios de trânsito colocaram-me em casa em 30 minutinhos.
Não sei como correu depois disso, mas pelas fotos, correu do best como sempre.
Fotos tirei algumas e colocarei assim que possivel.

Venha a próxima

Dia Mundial das vitimas da estrada

Dia Mundial das VItimas e Acidentados ou qq coisa do género
Por ser uma guerra, aqui ficam as fotos com uma banda sonora de guerra.

http://www.youtube.com/watch?v=lYzG3yK9R7I


Perto das 10h ao chegar à praça 1.º de Maio, agarrei os ultimos do pelotão que estavam de saída para a Praça do Giraldo. Foi lá que cumprimentei a rapaziada e passei algum tempo até ao inicio da cerimónia.
Presentes estavam o MC O Templo, O MC de Beja, Os Hot Roadies, os Motoxaparros e 1 Eborae Ramon Daemon.
Os xaparros fizeram-se representar pelo Lightning, Sory, Pepper, Xico, Ramalhete, veva e Hulk.
Ao Inicio da cerimónia, dexeu-se a rua Serpa Pinto em passo de caracol ao som da fanfarra dos bombeiros que lideravam o pelotão, seguidos de familiares a quem o destino ceifou as vidas na estrada, e por ultimo, as dezenas de motos de amigos e tb familiares de quem perdeu a vida na carretera.
No jardim das almas trocaram-se mais algumas impressões e ouviu-se os discursos, Após algum tempo, os motards começaram a dispersar a pouco e pouco. Lá para as 12.30h e com o ratinho a moer, decidi ir mandar uma mini e uma empada abaixo, pois o almoço na sede do Templo ainda estava uma beca demorada, porém, perdi-me por esses caminhos e o almoço que era para ter sido, acabou por não ser. Acabei por trocar um prato de rancho de 10.00euros, por uma sandes de leitão, uma cola e 1 sobremesa sem qualquer custo .
O dia terminou cedo para mim e mais importante, sóbrio...

Até um dia destes camaradas..

500 milhas Eborae Daemon


Bem rapaziada, foram 600 fotos, quase 1 por cada km sendo que km's, foram mais de 800.
Só no primeiro dia levámos 12 horas a chegar ao Algarve....dass!!! :lol:
Dexei cair o ferro pró lado e fodi o matacães, mas já o endireitei no stationmarché de portimones, mas precisa de ser soldado e tal causa na desdobra, abriu. Pudera, aquilo já levou dois tombos que me safaram 2 depositos e umas boas milenas...
Também perdi o telemóvel na AE por 2 vezes. Da primeira a coisa ainda ficou mais ou menos por incrivel que pareça, agora na 2.ª ficou todo migado. A tampa foi com o caroço e galgou a ponte lá para baixo. Ainda assim, deu para recuperar o telemóvel e a beta que prendi com um elastico do cabelo bem como as poligrafias. Porra pá, benditas camadas.....

Quanto à crónica e às fotos coloco assim que puder, mas tão cedo não será,,,,não tenho pachorra, ainda assim, fica aqui um cheirinho :twisted:

DIA 1/Sábado
06.50h-Ramon acorda
07.30h-Ramon pequena almoça umas panquecas* com a sua maria
*(depois transmito a receita 8)
08,10h-Ramon senta-se no trono e recebe chamada do companheiro Delisis já na bomba com a burra atestada e orientadissimo para arrancar.
08,20h-Ramon chega à bomba, ripa 10 euros de 95 octanas e arrancam para Hellgarve numa viajem que dura 12 horas, 11e picos horas até Ayamonte e 40 minutos a abrasar até Portimão City pela A22 onde ainda presenciei um voo lindo de um LG qualquer coisa xpto. Foda-se!!!

O programa anunciado, como já havia dito na apresentação do mesmo, apenas servia como referencia e a titulo indicativo, não sendo para cumprir à risca, não contava é que fosse totalmente desrespeitado, eheheh.
O programa de de festas? Esqueçam, não existiu, lollll

A viagem iniciou-se em Évora claro está, com passagem por Aguiar, Viana do Alentejo, Oriola, Santana e Vidigueira, onde seria esperado nesta ultima tomar por lá o pequeno almoço, no entanto, seguimos viagem até Moura para adiantarmos caminho enquanto era cedo e nos encontrávamos em condições.
A partida iniciou-se com algum frio e nevoeiro lá pelas 08,30h, mas perto de Moura a coisa começou a melhorar bastante. O percurso de Vidigueira até Moura é um show pela estrada N258, pela qual nunca tinha passado. Estradão a perder de vista com passagem por pedrogão onde se comem uns pratos bem tipicos e umas vistas fantásticas.

Chegados a Moura lá pelas 10,00h mais ou menos, ripei mais 10 euros no intermarché causo as minhas contas sairam furadas e fiquei na reserva à saída da Vidigueira. Já no centro onde tirámos algumas fotos, abancámos num tasco onde já tinhamos estado num outro evento à uns anos atrás, para o primeiro mimo do dia, o
Delisis o seu pequeno almoço e o Ramon um café e pastel de nata. Rematei com 3 xicaras de mata-bicho seguidinhas para dar alegria, tanto, que baralhei logo o tico e o teco, pois não sabia dos óculos e tinha-os na testa... :-).
A coisa tava a aquecer, literalmente, o tempo também estava do best mesmo, pelo que foi assim que regressámos ao passeio. A Paragem seguinte foi à entrada de Espanha na “fronteira” pela N433 para umas fotos e atestar as burras com zirgolina mais barata.

11,00h-Entrada em Espanha
11,10h-Mijanço e atestanço
11,20h-Bjecas em Rosal de la Frontera e petisco oferecido pela casa(salgados e 2 croquetes)
12,00h-Regresso às lides pela A-495 com passagem por Paymogo e continuação pela A-499
13,00h-Bjecas em Puebla de Guzmán
14-00h-Muitas Bjecas em Villablanca
15 e piscos horas-Ayamonte(B mapa) para almoço volante e mais uma meia litrosa, de bjeca claro,... hic!!!

Com as burras atestadas, fizémos então a segunda paragem de muitas, para iniciarmos a verdadeira contenda até ao Hellgarve Land, 2 bjecas cruzeiro para abrir caminho e mais 2 para rematar com a oferta de uns croquetes à maneira e dois dedos de conversa com a empregada portuguesa. Ainda deu para tirar mais umas quantas fotos antes de retomarmos o caminho pela estrada A-495.
A A-495 tem vistas porreiraças com mata até perder de vista e um piso e curvas fabulosas. O desvio até paymogo fez-se mais à frente para pouco depois apanharmos uma outra estrada igualmente fantástica, a A-499 que nos levaria até Ayamonte.
O desvio até Paymogo tem uma pequena ratoeira que não fosse o anjinho da guarda ter zelado por nós naquele momento, não sei não sei. O Ramon na frente a toque de “zirgolina” e o Delisis na cola, a curtirem as rectas e eis que aparece um sinal a dizer qualquer coisa como curva à direita, e outro a dizer 50 kms/h, uma curva que era mesmo, mesmo, para fazer a 50. Conclusão??? prego a fundo em curva, pneu a ganir, e ferros a sairem de trajectória para a outra faixa, dass.....valeu não vir ninguém nessa altura. Repostos do susto, lá continuámos em passo mais moderado.
Na A-499, continuámos em passo descontraído com muitas fotos em andamento pelo meio e paragem em Puebla de Guzmán, para mais umas jolas e uns acepipes e azeitonas, numa esplanada atulhada de povo e sol num dia fantástico.
O remate antes de chegarmos a Ayamonte foi mesmo em VillaBlanca a poucos km's uma da outra, onde bebemos umas quantas.
Em Ayamonte e com o Delisis a orientar a cena, rolámos por algumas artérias da parte velha da cidade, acabando no Largo da Camara lá do burgo onde bebemos numa esplanada apinhada de gente, lá está, uma jola gigante com uns snacks para forrar o estômago. Rematei outra vez com mais pinga wiski que trazia no meu cantil biker, lollllll.
Lá pelas 5 e tal da tarde, após mais umas não sei quantas fotos e mais um reabastecimento até ao gargalo, rumámos até Portugal.
Neste ponto começam as minhas avarias, lollllll. Juro que não estava muito absintado, mas estava algo cansadote já :-D, pelo que ao atravessar a ponte de Espanha para Portugal em Vila Real de Santo António e na maior descontra com o teléle na mão a disparar fotos, levo um toque do vento que me fez largar o gajo. Foda-se!!! Foi um choque do caralho, o meu telelé novinho e tal no meio da Autovia. Vá de parar na escapatória e andar para trás para o recuperar, que por incrivel que pareça, estava inteiro e apenas com umas ligeiras mocadas. Recomposto do azar, siga para bingo para Vila Real de Santo António onde bebemos mais qualquer coisinha numa esplanada na baixa. Porém, ao chegar e atrás do compadre Delisis, este trava e eu atrás ao travar também, a roda resvala e o ferro foi ao chão. Não se passou nada demais pois estavámos quase parados, mas torci o mata-cães e fiquei com a peseira quinada pelo próprio mata-cães. Fiquei fodido mas não muito, pois era a segunda vez que o mata-cães cumpria a sua função, precisamente na mesmissima situação.
Lá para o final da tarde e já com o corpo a pedir descanso demos em zarpar até Portimão pela A22 cagando solenemente para o programa previsto. Ainda liguei ao Pires para beber umas com ele em Vilamoura, mas dado o cansaço e a volta fora de mão, já não foi possivel.
Pela A22 foi sempre a abrir e com a pressa de chegar tendo apenas a rapaziada reduzido o andamento já perto da saída para Portimão, momento em que tiro o telelé para mais umas fotos e o volto a perder, desta vez, sem dó nem piedade. Parei novamente e andei atrás uns metros valentes, muitos metros valentes. Encontrei a parte da frente toda migada e a bateria do outro lado da faixa igualmente fodida. A tampa nem sinal, deve ter-se baldado do pontão lá para baixo da ribeira.
Foda-se outra vez!!! Felizmente ficou a funcionar e não perdi o cartão de memória.
Com a moral em baixo lá peguei no ferro e zarpei até ao encontro com o Delisis. O destino seguinte seria casebres.
A noite afinal não teve grande história, pois a rapaziada já estava a pino desde as 6 e tal da matina com 400 Km's em cima e mais umas litrosas valentes de cervejame. Um duche rápido, uma janta baratinha no MySelf junto à Ria, uma passagem pela fortaleza da praia da rocha e uma cafézada no Gingkos junto ao apartamento e estavamos de volta a casebres. O ponto de ordem era descanso.

PERCURSO: http://tinyurl.com/hellgarve-invaders


Dia 2/Domingo
08,30h-Alvorada
08,35h-Gurozan para o Ramon
08,40h-Delisis no trono
09,00h-Ramon no trono
10,00h-Pequeno Almoço na Praia da Rocha
11.00h-SPBK Autódromo de Portimão
12,30h-Inicio de regresso

REGRESSO: http://tinyurl.com/hellgarve-invaders-bazoff


Quanto ao regresso não sei os horários mas a coisa foi menos violenta que no dia anterior, ainda assim, foram outros tantos km's e umas quantas paragens em Rogil, Zambujeira, Odemira, Aljustrel e Évora, para beber umas bjecas claro está.
O tempo estava muito mais ameno e fresco, tornando o regresso muito mais tranquilo e calmo como seria de esperar e coo se desejava até.
Regresso com passagem por Sagres, Aljezur, Zambujeira do Mar, Odemira, Aljustrel, Ferreira do Alentejo, Odivelas(do Alentejo), Torrão, Alcaçovas, évora(Praça do Giraldo)

No segundo dia e após desintoxicação e duche, iniciámos a 2,º parte do voltêdo com o pequeno almoço tomado junto à praia da rocha num tasco apinhado de malta da Ducatti. Pequeno almoço mesmo fixe tal era a galga.
O passo seguinte foi atestar a burra mais uma vez e passar pelo Rodie no Intermarché para colocar o mata-cães outra vez no lugar, o que viria a conseguir com um pé-de-cabra de 1m que os gajos para lá tinham. Agora só já falta soldar porque a puta da barra abriu na zona da dobra, mas ao menos foi ao lugar assim como a peseira. Orientados por fim, seguimos em fila atrás de uns bacanos e depois atrás de outros tantos até ao Autódromo de Portimão City onde bebemos mais umas jolas e tirámos umas fotos para recordar. Lá para o meio-dia e coiso e tal, uma vez que não estávamos para pagar 20 aerios para entrar, pirámo-nos em direcção a sagres pela nacional em passo bastante comedido e a desfrutar a paisagem e o clima.
Já na fortaleza e com um ventinho forte como o caroço, abancámos num tasquedo para almoçar uma cena rápida, ver as vistas e tirar mais umas fotos. No regresso e antes de tomar o rumo até à costa vicentina, ainda houve tempo para passar pelo farol e pelo centro de sagres para mais umas fotos.
O regresso pela EN268 em direcção a Aljezur e com os moínhos eólicos como companhia, fez-se de forma pacifica ao sabor das curvas e vistas. Desviámos até à Arrifana atravessando a serra e curtindo as curvas em alto estilo. As vistas da serra e da mata são fabulosas, assim como as da praia e do vilarejo.
Aljezur e o respectivo motoclube, os moto ratos, seriam o poiso seguinte para bebermos mais umas, mas a sede encontrava-se fechada pelo que bebemos mais à frente em Rogil. Ainda fomos lá para dentro em busca da praia e das vistas, mas a dado ponto a estrada asfaltada acabou e não quisemos arriscar uma queda no tarraço, pelo que retomámos de novo a estrada de regresso.
Em Zambujeira bebemos mais uma jola, em Odemira mais jolas e bucha, e em Aljustrel cafézada para ultima estirada de 102 Km's até Erva City.
Ainda parámos em Alcaçovas na estação, que dizem as más linguas ser uma taberna onde se fodem umas putas, mas o compadre achou mau pagarmos uma mini a 1,5€ lollllll, pelo que terminámos numa esplanada no tabuleiro da Praça do Giraldo onde nos foderam 5 euros por duas imperiais, ou seja, fomos fodidos mas com mais glamour, lollllll.
Por fim e lá pelas 21,00h demos o bacalhau da ordem e rumámos até casa estadafinhos mas de rego cheio.
Contas não sei, mas assim por alto foram 4 depósitos para 800 e tal Km's. Nem dei por eles passarem e já sinto saudades do fim de semana passado. Se pudesse era todos os dias meus caros :-).
Excelente volta com conta, peso e desmedida medida, lol, onde tudo correu pelo melhor apesar dos pequenos azares fruto da cevada, ou não.
Espero terem ficado com uma ideia da cena, mas lá está e como bem sabem, para se saber exactamente é preciso lá estar e viver a cena.

Grande abraço aos ferrosos deste país e venham mais voltêdos destes porra....


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By Dumou:

Fim de semana SBK 2011 – 15 e 16 / Out – Sumol Bikes e Km -
A crónica.

Évora, 8 da matina, conforme combinado já eu estava na bomba, com a burra atestada, café bebido.
Ramon, népias de aparecer. Liguei. Eco ? “É pá tou quase a sair”
Saída com paragem prevista na Vigueira, frio, nevoeiro, sol a nascer. Lindo e duro.
Afinal a média do andamento está a ser boa, comemos qualquer coisa em Moura.
Café na praça central, sem stress, muita malta a passar em ferros a caminho da gasosa mais barata mesmo ali ao lado.
Tirou-se uma bucha, bebeu-se um trago de água fermentada em cascos de carvalho e seguiu-se para Rosal de la Fronteira.
Passados a fronteira, a mija da ordem para marcar os nossos sentimentos e seguir à bomba. Nós e mais 20 motas a rugir as 11h da manhã. Brutal.
Beber uns sumóis na esplanada, empregada portuguesa, simpática e foto da praxe no largo principal.
Montar nas burras e seguir, próxima paragem, Villanueva de los Castillejos.
Sol, calor, estrada vazia, rectas e curvas apertadas.
Gancho à direita, excesso de velocidade e ficou meio pneu no alcatrão, qual marca da minha passagem naquela paisagem árida.
Dia de mercadilho, esplanada à sombra, mais uns sumóis com azeitonas, sempre as azeitonas.
Lá seguimos, queríamos almoçar em Ayamonte.
Mas porra, estava apertado, excesso de sumóis, e tive de parar para mictar num wc que não sou um gajo qualquer.
Lá parámos de novo, em VillaBlanca.
Depois de aliviar, esperar pelo Ramon que ficou a fotografar as vistas.
Mais um sumóis e hei-nos de novo na estrada.
15h. Ayamonte. Praça central, volta pela vila, comer qualquer coisa, beber um sumol de meio litro e mais uma foto da praxe. Aqui já se acusava cansaço.
Meter gasosa mais barata, e seguir para Portimão, nosso destino.
Ramon perde máquina de fotos na AE. Volta atrás. A máquina não parou. Está nova.
Chegados a Vila Real de Santo António. Feira na avenida junto ao Rio, trânsito cortado, confusão. Mota do Ramon…Chão. Mata cães torto. Mas tudo fino.
Esplanada tuga na praça principal, beber mais uns sumos nacionais que as saudades são muitas.
Rir e estupidificar com os acontecimentos, ligar às moiças das nossas vidas. Cada um às suas.
Seguir para o destino.
Portimão claro está. Junto ao mar até Monte Gordo. Bem aquilo está enorme, muita bife e gajas loiras.
Depois seguir para Portimão, pela AE 22. Sempre nos limites…Legais.
Ramon de novo atrasado. Máquina de fotos de novo a voar, desta feita aterrou 20 metros lá em baixo. Mas sobreviveu de novo. É o que dá sacar fotos em andamento.
Chegados a Portimão, jantar, xixi cama. Afinal dia foi longo e o Sumol faz a bexiga bulir até tarde.

Domingo, acordar cedo, fazer as malas e tomar o pequeno à beira mar. Lindo inicio de dia. Sol sem calor.
Zarpar direito ao Autódromo, muita ducati vi eu. E todas com mulas boas à pendura. Só eu tenho uma duci sem pendura como extra.
Beber um sumo no autódromo. Mais fotos, de motas e penduras.
Zarpar de novo. Rumo a Sagres.
Praia da Mareta, forte de Sagres e um Hambúrguer com Sumol fustigados pelo vento. Que belo dia. Que bela vista.
Seguir ao cabo de S. Vicente, vista de cortar a respiração. Mar batido, vento na face. Brutal. Fotos brutais.
Seguimos de novo junto à costa.
Antes de passar por Aljezur, mais uma paragem, desta feita em Vale da Telha, nos Montes Clérigos, praia magnifica.
Muita malta na água, muito surfista.
Já se fazia horas e seguir até Odemira, mas antes paragem em Rogil, para beber mais um Sumol e descansar a nalga que já dorida, há muito que clamava por descanso.
Estrada fabulosa, curvas lindas, alcatrão bom, trânsito fluente.
Em Odemira mais gasosa, uma empada e um guarána. Estávamos a preparar para a última estirada.
Seguimos direitos a Aljustrel para o último café, com o por do sol nas nossas costas, estrada limpa, mais fotos brutais dos campos alentejanos em tons de marrom.
Paragem final, em esplanada no centro, cheia de gente que aproveita os últimos raios de sol para se preparar para a semana de tr*b*lh*.
Évora, chegada no domingo, após 830 km, e um pneu na lona.
Última foto e Sumol na Praça do Giraldo. 2,5 € cada uma. Dassss…Devo ter partido algum vidro de certo.
Pró ano há mais. Ou não.
Fim de semana fabuloso numa companhia muito boa, boas estradas, bom andamento.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Daemon Tattoo Shadow One

Foi um passeio fantástico na proporção de 695 km que acabei por fazer no ultimo fim de semana. Estradas boas, estradas más, velocidade fast fourious e slow motion, sobretudo em slow, vistas mar, vistas serra, matas, praias, a fantástica estrada do Atlântico, gastronomia, night na Figueira da Foz, etc...Um fim de semana em cheio que soube a pouco, ainda assim, melhor que nada, muito melhor.
A ideia e objectivo principal era mesmo retocar uma das tatuagens na mealhada, sábado á tarde. A volta inicial programada não era para ter sido exactamente como foi, mas devido a diversos factores, tive que ir mesmo sózinho e assim sendo, nada melhor que ir de ferro, e já agora, uma vez que lá tenho que ir, porque não aproveitar para fazer um 2 em 1 e tirar proveito disso mesmo. Assim, orientei o filme para rolar 2 dias com pernoita na Figueira da Foz. Um tiro certeiro que me proporcionou um fds fantástico.
Aproveitei também, para fazer uns testes á minha burra, nomeadamente comportamento em estrada, velocidade máxima e consumo.
Sábado, 07.40h estava a sair de casa com uma pica do 14
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Desloquei-me à bomba barateira cá da zona mas como só abria às 08 da matina, caguei valentemente na cena e zarpei para abastecer na GALP mesmo, esses grandes chulos do caralho
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Já com a Burra atestada fiz-me à estrada em velocidade descontraída dentro dos 80/90 km's-h, pois só tinha que estar na mealhada às 14.30h. O objectivo era rolar na descontra e pensar na vida, "sentir".
O trajecto escolhido foi pelo interior e o mais a direito possivel, com passagem por Arraiolos, Montargil, Abrantes, IC3, Penela, Coimbra e Mealhada, Mealhada, Montemor Velho e Figueira da Foz;
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Arraiolos nada de novo mas Montargil está com uns Hoteis brutais, recordo-me de um mesmo à entrada de nome "Hotel do Lago", espetacular e muito luxuoso e tal...
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A viagem até Abrantes foi tranquila em passo moderado e onde aproveitei para passar pelo Aquapolis e tirar umas fotos;
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Dali zarpei até á saída onde abanquei num tasco para uma cafézada e uns morfes. Parei num tasco muito sugestivo em Abrantes claro, mas do outro lado da cidade. O tasco denominado coffee break, só fazia jus mesmo ao nome pois lá dentro, os morfes estavam escassos e os que havia estavam muito mal esgalhados. Foda-se pá, manjo um donut e siga para bingo..
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O primeiro stress havia passado, outros haviam de vir. Tentei apanhar a nacional mas não consegui, fui dar à A23, saí em constância para voltar a entrar na A23, voltei a sair e fui ter a uma estrada merdosa como a porra em direcção a Tancos
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..ao menos serviu para mudar a agua às azeitonas e ver umas vistas porreiras;
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De volta à A23, dei gasosa até à próxima saída em Tomar e apanhar o IC3. O trajecto até Penela foi igualmente tranquilo havendo apenas pelo meio mais 1 abastecimento e uma pequena paragem na via pelo facto de 1 camião ter capotado.
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Pouco depois estava em Penela para a primeira mini, e a segunda também, eram para aí umas 11 e tal perto do meio dia. A 3.ª, 4.ª e 5.ª mini já as bebi em Assafarge em Coimbra antes de ir almoçar com os meus sogros. Já fui meio grosso mas a coisa correu bem, bebi mais duas de fugida e raspei-me até à Mealhada.
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Como já estava em cima da hora, dei outra vez gasosa da boa e em 10 minutos coloquei-me na Mealhada.
Na 70’s Tattoo, o Olivier e a Sónia já aguardavam por mim. A tarde estava por minha conta e assim sendo, acabei por aproveitar e para além do retoque previsto, acabei por acrescentar mais qualquer coisinha.
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Como sobrava tempo, acabei por fazer mais uma;
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…e outra;
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Com umas pausas pelo meio e na descontra, lá pelas 18h fiquei despachado.
Dali, rolei até à Figueira passando por Montemor-o-Velho.
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Marquei quarto na residencial o Teimoso mesmo no fim da merginal na Av. D.João II, para os lados de Quiaios.
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O trajecto até lá é que não foi muito famoso, pois andava constantemente a fugir da AE e a gaja teimava em aparecer, mas lá acabei por apanhar uma estradita de merda e em péssimo estado, a chamada estrada de Coimbra, levando-me até à Figueira da Foz com entrada lá por baixo.
Fazer a marginal de ferro é um show, muito bom mesmo.
Em velocidade muito baixa lá acabei por chegar ao Teimoso.
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O que há a dizer do teimoso?
Vantagens:
-preço simpático, parque privativo gratis, restaurante, localização, vista mar, boas comodidades, net e pc grátis, parque aquático.
Desvantagens:
Atendimento péssimo(não há), restaurante algo carote.
No check in toquei uma vez e mais outra, e ainda outra, népias néstum, ninguém apareceu. Quem me fez o check in foi uma empregada do restaurante, por sinal muito simpática.
Ramon-Boa Tarde, não está ninguém no check in? Já toquei 3x…
Menina-Desculpe, vamos lá então. Mas diga-me, há alguma concentração?
Ramon-Há claro, em Estremoz.
Menina-Estremoz??mas isso não é para o Alentejo?
Ramon-Sim é..
Menina-atão??
Ramon-Brincadeira, não venho nem vou para nenhuma concentração, apenas ando por aí a rolar..
Menina-Ahh ok :-D, olhe está feito o check in, 30 euros por favor..
Ramon-Gracias
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Já no quarto, encostei a tralha a um canto, um duche rápido, tratamento das tattoos e siga para bingo, mais uma volta pela marginal e um jantareco á maneira, espetadas de lulas com camarão e batata a murro com migas não sei das quantas com feijão, mais entradas, mais umas médias, mais o café…13 eurois. Porreiro pá…
Já aceso com as médias, comprei um macito de tabaco para encostar noutro tasquedo junto á marginal onde bebi mais umas jolas e vi a gadeza passar.
Lá pelas 11 e muitas e com o corpo a pedir descanso, dei em retirada até ao camalho.
Tranquei a mota no parque e esqueci-me do kiko em cima da burra. Apesar do parque ser privado, é a céu aberto e sem portão, não me fodi por sorte ou por ainda haver gente boa. Certo é que passadas umas horas o kiko ainda lá estava.

O primeiro dia tinha sido a tr*b*lh* mas o segundo seria conhaque.
Acordei lá pelas 07.30 da matina e com uma vista fantástica, já a rapaziada andava no sport na marginal e os pescadores na lida.
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O pequeno almoço era pelas 08.30h e como ainda era cedo desci até lá abaixo para tirar umas fotos e queimar tempo.

No pequeno almoço mais um pequeno stress, não havia copos e não havia ninguém, pretendia sumo de laranja e não tinha ninguem que me desse um copo. O pequeno almoço estava porreiro mas o atendimento é que era uma merda. Ao fim dum grande bocado lá veio o copo e acabei por tomar um segundo pequeno almoço como reforço.

Lá pelas 09h fiz o check out, ou melhor, não fiz, apesar de ter tocado meia dúzia de x, não apareceu ninguém, de modo que caguei geral e deixei lá a chave em cima duma cadeira.
Apesar destes pequenos stresses, ainda assim recomendo e dou o beneficio da duvida e era bem capaz de lá voltar.
Sonoro a bombar e o capacete ainda no ferro, fiz-me á estrada em direcção às praias de Pedrógão e Vieira percorrendo a deslumbrante estrada do Atlântico.
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Estrada do Atlântico, com piso em excelente estado, pela mata e junto às praias e com uma pista para ciloturismo com dezenas de kilometros e ramificações. Aquilo é brutal mesmo…
Ao passar por dentro de Vieira acho que tive um encontro de 3.º grau com um PA num megane cinza ou do género.
Fiquei na duvida e acho que o caramelo tb.
Passagem por S.Pedro de Moel e Nazaré onde acabei por parar nesta ultima para um café. Eram para aí umas 11 e tal…
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http://i53.tinypic.com/2m7hxdc.jpg
Após novo abastecimento e ultimo, rumei até às Caldas da Rainha e à Foz do Arelho.
Aquilo é igualmente espectacular, foz do Arelho claro. Após dar a voltinha da ordem, regressei às Caldas para almoçar no Mctreta.
Lá pelas 14.00h iniciei o regresso a casa por Alenquer, VF Xira, Pegões onde passei por outro acidente brutal e Vendas Novas onde abanquei no Alquimia para descansar.
Bar porreiro este
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Por esta altura já me havia cruzado com bastante malta oriunda da concentração de Estremoz. A jornada estava prestes a chegar ao fim. Chegada às 17.20h são e salvo.
700 km’s brutais, sobretudo aquela parte da estrada do Atlântico.
Figueira muito bom
Residencial simpática apesar dos prós

Testes:
Velocidade média 80/90kms-h
Consumo:4.71L/100Kms
Velocidade máxima:170 Kms/h(tá a melhorar)
Direcção vibrava bastante quando tirava as mãos, entretanto já corrigida. Causa? Guarda-lamas mal apertado e com parafuso defeituoso colocado pela MOTODIANA.

Volta fantástica como à muito não fazia.
Video segue em baixo com fotos completas, 300 delas e 13.40m.

http://www.youtube.com/watch?v=syKOko5TlaM






Asta uma próxima

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Vampiragem 15

Bem, o que se pode dizer desta vampiragem numero 15?
Acabou por ser mais um evento tipico, ou seja, boa gente, boa comida, bom convivio.
O local da dádiva foi em Poceirão e o almoço em Setubal no Pedra Fondue.
Os participantes foram:

ramon
ramona
hulk
minie
Delisis
Delisis wife
ocSantos
ocsantos wife
Ikarus
Sónia
Xico
Maria joão
Nuno
Nuno wife
silentWalker
Miguel
miguel wife
Casas Novas
Casas Novas Wife
Cardador
Ventoinha
Beta

...e a crónica reza assim:
7.58h estava eu e a ramona a chegar às bombas da Galp ali na EN junto aos Kartes. O cardador já lá estava e o Hulk e a minie chegaram logo a seguir. Chegam também pouco depois, o Xico, Maria João, Nuno, Miguel e as respectivas senhoras.
Depois de abastecermos, a cafézada e primeira paragem foi no local de Patalim onde vimos o silentwalker passar por nós em flecha.O moço ia tão aguerrido na condução que passou por nós sem nos ver. Só já o encontrámos em Vendas Novas onde parámos novamente para um pequeno almoço de respeito. Bifanas, cerveja e vinho tinto logo de manhã para arrebitar.
O Silentwalker estava com uns amigos que já estavam com um estalo do caraças, ou não o tinham deixado, o estalo. Estamos a falar de cerca de 09.00h da matina.
Dalí, zarpámos então ao poceirão onde se realizou a vampiragem numero 15. Após algumas voltas à procura do local, lá demos com aquilo encontrando por lá logo de seguida o companheiro OcSantos. O Ikarus chega pouco depois.

Um reparo, apesar de ser muito bem recebido pelo pessoal da organização, sobretudo pelo presidente da associação de dadores de sangue lá da terra, não gostei da pressão para comprar rifas ou do preenchimento da ficha utilizada para angariação de sócios. Hoje não a teria preenchido.
Também não gostei do facto de nada terem para comer a não ser sumo em pó no jarro e bolos secos que sabiam a caca.
Já são 15 dádivas e alguns anos nestas andanças e por conseguinte, já passámos por muitos locais e vimos muita coisa. Em todos, havia água, sumos, sandes, bolos de pastelaria, café, etc...
Não gostei igualmente do médico e nem era por ser preto, mas sim por estar no atendimento de óculos de sol, por não saber falar português, por ter que lhe repetir mais que uma vez a mesma merda e por atrofiar com as fotos, de tal forma, que se barricou atrás de uns painéis que por lá havia escondendo-se atrás deles. Problemas de imigração ou problemas mentais, não sei bem, de qualquer modo, quase me saltou a tampa mas segurei-a a tempo.
Com o enfermeiro tive sorte, mas os restantes companheiros que apanharam outra enfermeira, ficaram todos com o braço fodido com derrame, enfim....

Apesar do almoço ser oferta e de borla, não é motivo suficiente para lá voltar, até porque se for no mesmo espirito do que se passou, não se estará a perder nada. Tirando a simpatia ali do sôr Presidente, o resto é muito mauzinho.

Já a nossa tropa estava orientada e eis que chega o Ventoinha mais a sua Beta e a sua Brianna.
Dois dedos de conversa e mais uns quantos pregos e rumámos ao restaurante, antes porém, passagem pela casa do gaivota com percursso atribulado.
Chegados lá e após ter batido à porta, o homem lá aparece à janela, tava a dormir, tinha-se deitado tarde, oriundo dos Xupa-Cabras, e cagou solenemente para nós com alto estilo. Tava com sono, tava a dormir e assim continuou.
A minha encomenda realizada à meses continua sem resposta, motivo também pelo qual me desloquei até ao Gaivota. Mais uma vez fiquei sem resposta e por conseguinte irei realizar a feitura do artigo noutro local, mas sem espinhas.

Rumámos então ao pedra fondue onde finalmente as coisas começaram a correr melhor, bem melhor. O espaço é super agradável com zona ajardinada, espaço de estacionamento folgado, restaurante com área suficiente para albergar muita malta e comida do melhor.
Começámos por ver pequenas travessas e fiquei logo de pé atrás com a cena, mas depressa fiquei convencido.
Os 13.5€ por pessoa foram muito bem empregues, não só pelo cardápio mas também pela simpatia do pessoal que sempre foram disponiveis.

A saber:
entradas, pão, vinho, jarro de cerveja fresquinho, sumos, águas, arroz, batata, choco frito, migas, salada, secretos, costeletas, frango, sobremesas, mais que 1, cafés, mais que 1, bebidas brancas. O almoço acabou lá pelas 16.00h e após algumas combinações, resolveu-se zarpar até Évora ao bar do Xico(garagem). O OcSantos, Ikarus e suas respectivas esposas ficaram por alí já que eram de outras bandas.
O ventoinha sendo de outras bandas e estando condicionado com os horários, resolveu acompanhar-nos. Operação de risco já que estavam reunidas todas as condições para que a condicionante fosse às urtigas, mas felizmente lá conseguiu resistir.

A viagem até Évora decoreu serenamente dentro dos limites de velocidade havendo apenas uma ou outra excepção por aqui e por ali.
Já na casa do xico, beberam-se mais umas e prolongou-se o convivio. A garagem do xico(bar-disco-karalhoke) e a esplanada lá fora fazem sempre furor entre os convivas.
Lá pelas 19.30h como disse, o ventoinha fez-se à estrada mesmo na altura certa.
A restante malta comprou entrecosto com batatinha e foi isso que comeu com uma salada à maneira da horta do xico segundo disseram.
Cerveja acabou, logo, acabamos a noite com vinho e uns "charutos"
Lá pelas 23.00h zarpámos mesmo para casa, pois a rapaziada estava de rastos e o anfitrião da casa já não estava que tinha ido bulir.

Evento porreiraço I must say..
A vida tá dificil, psiiiiiiii, mas sempre que possivel, a malta alinha.

Cumprimentos ferrosos
Beringas 2011
por Eborae Daemon em Seg Jun 20, 2011 11:53 am


Este biker man era para ter ido no Sábado tranquilo e com tempo para se desgraçar, em vez de no Domingo de passagem e com todos os "guerreiros" em baixo de forma e a recuperar da batalha.
Infelizmente e felizmente, tive que travar uma outra batalha noutro ambito pelo que só fiquei livre pelas 08 da matina de Domingo.
Cheguei a casebres, já havia enviado um sms ao presidente hulk e nada. O compadre Delisis tinha falado com ele durante a noite pelo ebuddy e já sabia que não podia. Uma ducha rápida para abrir a pestana, um pequeno-almoço à maneira com a "maria", cafézada e cigarrada na esplanada lá em baixo e tava pronto para partir. Antes porém, tive que ir dar uma assentada no "Trono Real" antes de zarpar, enfim, nada que interesse.
Lá para as 10 e picos com uma directa em cima, fiz-me à estrada até Beringel City, escolhendo um percurso calmo e em alta descontra, Aguiar, Viana do Alentejo, Alvito e Cuba. In Cuba, segui um estradedo em direcção a Ferreira e depois em direcção ao novo aeroporto de Beja, tomando mais à frente a direcção de Beringel.
Esta estrada meus amigos de Cuba a Beringel, é um show companheiros. Piso muito bom e paisagens do best.
Tinha entretanto enviado um sms ao ventoinha a perguntar de bebiamos uma ao que respondeu claro . Quando o moço respondeu já eu lá estava, quase...
À chegada de Berinjas, estrada toda fodida, em todo o lado, aquilo parecia que tinha caído ali uma bomba. Dirigi-me ao recinto da concentra e pedi uma e depois outra, ventoinha népias, toca de ligar, tava fora, no passeio matinal, tinha a voz fodida, bué mesmo, já lá ia ter comigo, pedi mais uma e depois outra, népias de pagantes, aquilo era para acabar, oiço umas bufadeiras a roncar, será que é o gajo?yá...é mesmo, bacalhau da ordem e toca de buer uma, mas não bueu, o vento não bueu a jeca toda, a segunda, tava enjoado e tinha a voz fodida. Não insisti, o vento para se cortar no cervejame é porque a coisa tava mesmo preta .
Algum tempo depois e umas larachas ao ar, bazámos todos. O Ramon seguiu então em direcção a grandola com o sentido de beber mais uma ali em canal caveira no skull café, mas o vento já havia informado estar fechado permanentemente. Assim, sendo, zarpei então na descontra até Alcácer onde parei para almoçar. Até lá, fui na companhia de 4 VRODS
O regresso debaixo de calor foi algo sofrivel pois o sono deu em aparecer e as jolas para isso contribuiram.
Em Montemor fui obrigado a despir o casaco e em Patalim a parar para refrescar-me e beber mais uma... . Pouco depois estava em casa onde fiz um xixi e cama , tava a precisar.

Rebenta da pintelha de 250 Km's que bem me souberam..