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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Absolutamente Verdade

18 VERDADES ABSOLUTAS
Mais um post para encher chouriço, mas vamos lá, até tem a sua piada.

1.Para evitar filhos, faça amor com a cunhada. Só nascem sobrinhos;
2.Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns só uma vez;
3.Seja bom com os seus filhos. São eles que vão escolher o seu asilo;
4. Nasci careca, nu e sem dentes. O que vier , é lucro!;
5.Amigos vêm e vão, inimigos acumulam;
6.Se o amor é cego, o que é preciso é apalpar;
7.Se a mulher fosse boa, Deus tinha uma. E se fosse de confiança, o Diabo não tinha cornos;
8. Sabem porque é o pão se queima, o leite entorna, e a mulher engravida? Porque não se tira a tempo;
9.Alguns homens amam tanto as suas mulheres, que para não as gastarem, preferem usar as dos amigos;
10. Pior que uma pedra no sapato só um grão de areia no preservativo;
11.E se um dia te sentires inútil ou deprimido, lembra-te só disto: Já houve um dia em que foste o espermatozóide mais rápido do grupo!!!;
12. Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia;
13.Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo;
14. O que leva os homens a perseguir mulheres com quem não tencionam casar? O mesmo impulso que leva os cães a perseguir carros que não tencionam conduzir;
15. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis!;
16.O teu futuro depende dos teus sonhos. Não percas tempo... Vai dormir!;
17. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama;
18.Os Homens mentiam bem menos, se as Mulheres não perguntassem tanto! .

...and Justice for All


Mesmo na muche. Somos ou não somos uma carneirada acéfala???
Gostei do artigo, imenso.
"A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca - Clara Ferreira Alves - Expresso
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? Vale e Azevedo pagou por todos. Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal? Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância. E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina? E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade. Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa."
Clara Ferreira Alves - in "Expresso"

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Daemon Marmore miniTour

Esta pequena volta é só mesmo para "matar o bicho". Há séculos que não saio como gostaria. Não tenho nem tempo disponivel nem euros como outrora. Daí, que para já, fique aqui pela zona a bem da contenção e estabilidade nacional.
Voltêdo pelas terras do mármore na maior das descontras, com passagem por Estremoz para cafézada e visita ao centro histórico. Depois do almoço, rumo até Vila Viçosa com passagem por Borba. Destino?Visita ao Paço Ducal e ao Castelo(armaria). Tenho que ver se lá consigo comprar uma gun por fifty cents(50.00 euros);

Pormenores na segunda feira. Se os houver. Até lá então. Cheers ;-)

50 Bullets

LINDA, não? Tambem quero uma ó faxavôr. E se for 50 euros já com 50 balas ainda melhor. Cai que nem ginjas...Sim sim, fechem lá a boquinha. Ouviram bem, 50 euritos para comprar uma menina destas.
O tema é tabu, como as bruxas, onde as há não sei, mas que as há, ui, se há, e é às paletes. Quem o diz, e acreditando que a informação é fidedigna e a palavra honrada, é a imprensa da nossa "praça". Cinquenta euros foi quanto pagou um puto, negro, por uma gun, para linchar um outro, tambem negro. Não me interessa quem apanhou o tiro ou quem deu. Por mim, podiam-se acabar todos uns aos outros. Quero mesmo é saber onde posso encontrar uma "menina" destas por tão irrisória quantia, não vá um dia destes, ter um qualquer filho de puta ressabiado à perna.

XIII CONCENTRAÇÃO IBÉRICA DE POLÍCIAS MOTARDS

Foi nas piscinas municipais de Évora, algures num fim de semana em Setembro, a décima terceira concentração ibérica de policias motards(e afins).
Não entrei. Parece que era só para policias & friends e só os friends podiam levar os friends. Quem foi nada me disse e só percebi, quando vi o noticiário na TV. Ainda assim, ainda fui a tempo de participar no passeio nocturno, o passeio das tochas, pelo centro da cidade. O tempo estava chuvoso, o asfalto traiçoeiro e a malta engazuada, mas tudo correu de feição. Dizem que lá dentro(das piscinas), o clima estava bem melhor. Não sei, não vi, mas acredito que sim.
O passeio foi cinco estrelas. O habitual como tantos outros, passo lento, ruido q.b., rateres, buzinadelas, etc...Nem diria que estava entre policias.
Lá pelo meio ainda travei conhecimento com uma senhora policia motard, e só não entrei porque o cabrão do trabalho chamava por mim.
Paciência....Para a próxima, quem sabe.
O passeio das Tochas pelo centro de Ebora.

A revista que eu lia(assiduamente), mas que já não leio

Falando de motas, claro, das revistas existentes no mercado nacional, aquela, era a unica que eu comprava desde o momento em que surgiu nas bancas. Todas as outras não me interessavam. Não me interessava saber de comparativos, apresentações disto e daquilo e reportagens repetitivas, sobretudo, porque gosto essencialmente de "ferros" e artigos sobre este segmento, eram (e continuam a ser) muito raros. De modo que, quando surgiu "a revista", vou chama-lhe assim, desde logo me cativou. Era diferente, falava de concentrações, ferros, transformações, viagens e tinha tambem alguma publicidade e tabela de preços. Durante muito tempo fui leitor assiduo. Já não sou.
A revista entretanto mudou de nome mas foi só isso, o nome. Está exactamente como estava à uns anos atrás quando surgiu no mercado. Não evoluiu.
Epá, no inicio achava piada sim senhor. Era maçarro, sem qualquer tipo de vivência e sedento por tudo o que envolvesse a tematica, motos. Assim se justifica, o facto de nos primeiros anos "ter ido a todas". Mas as pessoas evoluem, aprendem, ganham conhecimentos, vivências e naturalmente, tornam-se mais exigentes. A revista deveria ter feito o mesmo, ter evoluido. Não o fez, e como eu, muitos leitores certamente, deve ter perdido. Digo isto porque estou cansado de ter numa revista de 80 páginas apenas, trinta e tal de publicidade, mais 10(se não forem mais), apenas de fotos, de um evento que já tem 3 meses e o qual "esticaram" para "enchouriçar" e arranjar material para as edições seguintes. No fundo, andamos a papar do mesmo à 3 meses. Certamente que faro é um evento incontornável e do qual se deve falar, mas justificava-se plenamente uma edição especial, nem que para isso o preço aumentasse e não a "empastelar" para fazer render o peixe. Caso quisesse apenas ver fotos, não seria necessário pagar pela revista. Na net arranja-se tudo, ou quase.
Depois temos as reportagens encomendadas, mais de 1 terço da revista com publicidade, anuncios de eventos que já passaram, etc...Jornalisticamente, muito fraquinho. Gabo a iniciativa, preseverança e quiçá, o trabalho em prol deste projecto, mas manifestamente, está a anos luz da imprensa do género, lá fora.
Resta-me aguardar que um novo projecto surja no mercado dentro do conceito mas com conteudo. Pode ser que me deixe novamente seduzir.
Obviamente, a revista ilustrada não é a que me refiro. Quem me dera...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Pensamentos do dia

O sexo é como uma estação de serviço: ás vezes recebe-se um serviço completo; outras vezes tem que se pedir para se ser atendido e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!
Um homem é como um soalho flutuante: Se for bem montado pode ser pisado durante mais de 30 anos.
Os problemas do nosso país são essencialmente agrícolas: excesso de nabos; falta de tomates e muito grelo abandonado.
O trabalho fascina-me tanto que ás vezes, fico parada a olhar para ele.
Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o marido.
A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
Se fores chata as tuas amigas, perdoam; Se fores agressiva as tuas amigas, perdoam; Se fores egoísta as tuas amigas, perdoam; Agora experimenta ser magra e linda... Tas lixada!
O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama...
O excesso de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro...

Portugal é um país geométrico: é rectangular e tem problemas bicudos discutidos em mesas redondas... por bestas-quadradas!

A diferença entre Portugal e a República Checa é que esta tem o governo em Praga e Portugal tem a praga no governo.
Não procures o príncipe encantado. Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor, vê-te melhor e ainda te come.
Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho. Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me...
O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao serviço.
O computador é como uma carroça: tem sempre um burro à frente!!!
As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis.
Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia...
Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução? Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva. Uma solução seria metê-los a todos.
O homem é o único animal que pode permanecer, em termos amigáveis, ao lado das vítimas que pretende comer, antes de comê-las.
A infidelidade e a devolução de um cheque resultam ambos da mesma situação: FALTA DE COBERTURA.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

4.º Tattoo Rock Festival

Ocorreu no fim de semana de 20 e 21 de Setembro(2008), no Pavilhão Atlântico(Lisboa).Estive lá no Domingo e apenas durante 1 hora. Porquê? Porque estamos em Portugal e pensamos pequenino. Podem-me dizer e invocar as razões que quiserem, mas não acho normal nem de bom senso, um evento abrir às 14.00h e fechar às 19.30h, ainda por cima com o agravante de na bilheteira terem dito encerramento às 20.00h. Obviamente o "povo" reclamou, quando o staff da organização começou a enxotar o pessoal às 19 e picos. Enfim.....o normalRelativamente ao evento em si estava muitíssimo aceitável e simpático. Vários stands, acessórios rijissimos, BD, algumas roupa, etc.Logo à entrada um stand com alguns anuários de tattoos, o bar com jolas a 1.5€ e o stand da Big Red Machine a venderem merchandising. Cool....Lá dentro, Uau.........Frenesim, magotes de pessoal de volta dos stands, malta a ser picada, cintos e acessórios muito loucos(20.00€ each), etc...Gostei particularmente de ver as Rockabilly Babes, todas tatuadas e com cabelos, acessórios e trajes muito 60’s.Como quero fazer umas tattoo’s, solicitei vários orçamentos e fiquei com a sensação de que este "negócio" anda à vara larga. Tanto me pedem 200.00 euros como 700.00. É conforma a cara do freguês por assim dizer. È certo que é tudo relativo, e que é uma "obra de arte" e que depende do tatuador e bla bla bla, mas quando há diferenças abismais nos preços, algo não está bem. Outra coisa que acho é que os estudios de tattoo’s já parecem os motoclubes. Abrem todos os dias e são aos magotes, mas, qualidade? Será que têem?Em suma, não estou arrependido de ter assistido, muito pelo contrário. Foi um evento porreiro, com uma organização à altura, havendo apenas o senão do horário de encerramento no Domingo.Para o ano, na 5.ª convenção, lá estarei, e quem sabe, para mais uma tattoo....

Algumas fotos tiradas com o telelé:http://ramonxvs.multiply.com/photos/album/179/179

...e alguns dos estudios presentes;

http://www.myspace.com/maximolutztattoo

http://funtattoo.net/

www.jenertattoo.com

http://www.tattoosbypedro.net/

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Vencido pela Tormenta

14.00h, acordei. Tinha em mente apenas uma coisa, rolar no ferro até Lisboa, ao 4.º Tattoo Rock Festival. Seriam 2 curtições duma só vez.
Olhei lá para fora e nada de chuva. Muito calor e céu algo encoberto. Enchi o peito, fiei-me na metereologia que dava aguaceiros ligeiros e parti à aventura. Não demorei muito a sentir os primeiros pingos. Foi ali para os lados de Patalim. Mais 2 Km’s e já estava parado a equipar-me. Calças, corta vento e balaclava. As luvas ficaram as de verão sem dedos. Estava calor. Entretanto começa a chover abundantemente e eu já a dizer mal à minha vida. Mal entro em Montemor, cai uma tremenda "caldeirada" que me obrigou a encostar na "GALP". Chovia que Deus amandava 3x. O ceu estava negro e a trovoada estava mesmo em cima. Raios parta a bendita sorte. Esperei 15 min. e nada, nada de amainar. Resolvi então regressar a a casa e trocar o ferro pelo carro. Mal chego ao patalim, todo ensopado, fez-se luz. Um sol e um calor do catâno que me fez questionar se estaria a tomar a melhor opção. O certo é que me lamentei todo o caminho para a capital e mais o regresso, por não ter ido no ferro. Nunca mais choveu. Dassss............

Corte de Cabelo

Então pá? Cortaste o cabelo?
Olhó? Foste à tosquia?
Ehh lá!!! Que grande carecada. Não foi curto de mais???
Cortou o cabelo??
Dahh!!! Se cortei o cabelo? SE CORTEI O CABELO??!!??
Se há coisa que me irrite solenemente são questões do género. Desde puto que me "arrepio" quando me perguntam ou me falam no assunto. Não gosto, ponto! Porque sempre achei nas palavras, em todas as situações, um "ar de gozo" e a ideia de reprovação. Em nenhuma delas me disseram, cool, porreiro pá, mas ouvi sempre, foi curto de mais, ou não devias ter cortado assim ou assado ou o caralho. Foda-se!! Metam-se na própria vida canudo, mas que raio de mania ....E o cabelo é só um exemplo. Há tantas mais situações. Quer-me parecer que estas pessoas não tem a coragem para viver em pleno. Olham de soslaio com o dedo acusatório, mas no fundo tem uma certa admiração pelas mentes rebeldes e ousadas, que vivem "on the edge". É, é isso, parece-me que sim....

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Daemon & Zêpas - Mini Tour Extremadura

Domingo, 11 da matina, já não rolava à bastante tempo, mandei um "toque" ao ZP.
Ferroso?Cumé?Bora lá?
Prá’donde??
Sei lá porra! Prá’estrada.
Òkappa. Over..
Passados 90min apanhei o zêpas na caridade. Levantámos cash no MB mais próximo e zarpámos até Mourão para almoçar. Por lá, tudo cheio, a abarrotar. Vidinha boooa....Rolámos então à aldeia da luz para ver se havia por lá um tasco. Zero, um grande zero. Aquilo está moribundo. È uma "cidade fantasma", literalmente. Casas fechadas, ruas desertas sem "viva alma". Bazámos dali novamente até Mourão. Regressámos novamente ao 1.º tasco, restaurante "Chafariz", desta vez já mais "aliviado". O preço assustava com doses a começar nos 9.00 aérios, mas a fome, a hora tardia e a dificuldade em arranjar um tasco baratuncho, depressa nos convenceu a ficar por ali mesmo. Depois duma entrada a "pés juntos" de um funcionário, lá começámos a almoçar. Eram para aí 15 e picos. Pão, queijo e azeitonas ao toque duma tulipa foram os acordes iniciais, seguindo-se a espetada de porco preto e os secretos, também de porco preto. Cafézada e uma amarguinha acompanhada de duas cigarradas. Outside claro. Ao lado, também sentadas no parapeito da Janela, duas espanholitas mui guapas.
No final e apesar da "entrada" inicial, os rapazes até se portaram bem, muito bem mesmo. As entradas e a comida estavam muito boas, o preço, apesar das doses caras, foi acessível, tendo havido até direito a um descontozito na conta, na amarguinha e à oferta duma botelha de agua litro e meio.
Bem que almocei.
Dali, rumámos então a Villanueva del Fresno, Alconchel, Olivenza, Badajoz onde parámos para beber umas colas numa esplanada à maneira e Portugal. Sempre em velocidade moderada para apreciar as vistas e os estradões. Nunca me canso de passar por ali. É fantástico.
Já em Portugal e com a noite a cair, ligámos o turbo até Elvas, Borba, Vila Viçosa e Redondo, onde me despedi no amigo ZP. O gajo seguiu para a caridade e eu para a Azaruja, a 18 Km de casa. Parece que decorriam lá as festarolas da terra e como ficava de caminho, fiz um stop & go para uma cervejola.
Pouco animado com o ensaio da banda no palco e meia dúzia de gatos pingados a assistir. Dois bares às moscas e duas barracas de bugigangas a levantarem o estaminé. Bebi uma, descansei um bocado e como não vi melhoras naquilo, fiz-me à estrada. Tinha dormido apenas 3 horas e o corpo estava moído. Porém, à saída da Azaruja, cruzei-me com o Hulk que estava a chegar. Dei meia volta e voltei ao recinto para beber mais uma. E mais outra e mais outra. Tinham chegado entretanto do g.o.s.m.a., o Badica, o Rui e a Carmo, e obviamente, ao tom duma animada conversa, as bjecas forma fluindo. Lá para as 23 e tal e já com o corpo a pedir descanso, despedi-me da rapaziada e zarpei até casa na companhia do Hulk.
Dia bem passado com estradões enormes, alguns km’s, muito sol e boa comezaina. Para quem ficou com curiosidade em relação ao restaurante em Mourão, aqui fica a dica.

Restaurante "Chafariz"
Rua da Escola
7240 – 238 MOURÃO
Telef: 266 586163

sábado, 13 de setembro de 2008

2.º Prémio Foto(voltaico) Eborae Daemon










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Palavras pra quê???
A miuda está toda recauchutada e é loira, mas...não é disso que um gajo feio, porco e mau, gosta???
O 3.º prémio coloco aqui uma morena. Prometo... ;-)