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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Guadiana Tour, por Motoxaparros-04 Agosto 2007

Jornada por terras de Guadiana.
Saída de Évora, com passagem por Viana do Alentejo, Portel, Amieira( Marina), Alqueva, Mourão, Serpa c/visita ao museu do relógio, Beja e almoço em Albernoa. De tarde, digestivo no Vila Galé Campo em Albernoa e passeio até ao Pulo do Lobo, debaixo dum calor abrasador. No final da tarde já no regresso, fomos brindados com chuva tropical e trovoada. Delicioso.!!! O encontro foi mais uma vez marcado nas bombas do costume lá pelas 8 da matina. Eu e o João, fomos entretanto esperar a comitiva de Lisboa às bombas da Galp na Nacional 114 antes do Kartódromo. O eliseu, entretanto regressou a casa que se tinha esquecido da carteira. O pessoal de lisboa como estava atrasado, deu na boa para resolver a questão sem problemas de maior. Já todos reunidos, voltámos então a parar nas bombas que estavam acordadas para o encontro. Reagrupar todo o pessoal, à excepção do Hulk que estava à frente à nossa espera. Devido ao meu esquecimento, tinha ido buscar ao serviço dele, uma declaração da Câmara de Portel autorizando o estacionamento das motos no centro da praça, mesmo em frente à própria Camara Municipal.
Já na estrada, tomámos o rumo de Até à marina da Amieira. Seguimos por Aguiar, Viana do Alentejo, Portel e Finalmente, a Amieira. A ideia seria comermos por lá alguma coisa, mas apesar da agradabilidade do espaço, a cafetaria ainda não tinha sido inaugurada. Seguimos então para o paredão do Alqueva, onde existia lá mesmo em cima com vistas fabulosas, um outro tasco onde poderiamos tomar o pequeno almoço.FECHADO!!!
Mau. A malta já a stressar e a desfalecer com o calor, e o facto de alguns terem saido de Lisboa muito cedo sem nada no estomago. Zarpámos imediatamente para Mourão onde sem mais delongas, estacionamos os ferros no centro da via publica, em frente a uma pastelaria. Pequena mas com uma esplanada generosa. Como sempre, tomamos aquilo de assalto e na 1/2 hora seguinte, só deu Motoxaparros. Estomago forrado, fotos, cigarradas, conversa em dia e etc. e tal a seguimos para Portel. Havia a visita ao museu do relógio e por conseguinte tinhamos horários para cumprir.
Já em portel e com as burras estacionadas, aconteceu um episódio caricato. Até parece que se adivinhava. Ainda mal tinhamos tirado o capacete e já tinha parado à papeseco, um carro civil, com um gajo igualmente civil, identificando-se com maus modos e com cara de mauzão, dizendo que era chui e, "...mas o que é isto?onde pensam que estão? fora daí e mais não sei quê". O homem só se calou quando se lhe esfregou a tal declaração no focinho. Epá, como aquela merda lhe calhou mal. Chegou ali todo inchado com os colhões do tamanho do mundo e agora tinha que sair com o rabito entre as pernas e com os tomates, grandes, enfiados na boca. Que grande sapo. Ainda para mais com todos a olharem para ele com cara de gozo. Grande momento, lol.
Já refeitos, houve quem fizesse a visita ao museu do relógio e quem ficasse cá fora abancado numa esplanada na companhia das imperiais. Eu, incluí-me no primeiro grupo. Tomei onhecimento de algumas coisas interessantes com por exemplo, o museu ser privado e não ter qualquer apoio do estado ou entidade estatal. Incrivel!!!
Que têm lá um relógio com cerca de 400 e tal anos(o mais antigo) e que atasa aí uma 1/2 hora por dia. Com 4 séculos é obra. Um outro que só precisa de corda de 400 em 400 dias e que a palavra Roskof por exemplo, que todos conhecemos, deriva duma marca russa de relógios baratinhos feitos para a malta pobre. Não significava no entanto que não tinham qualidade. Apenas que eram simples e baratos. Daí um roskof.
Após a visita que ainda durou algum tempo, fomos refrescar as gargantas com os companheiros que tinham ficado na esplanada. Pouco depois, rumámos até Beja onde abastecemos e Albernoa onde estava marcado Almoço. O tasco já conhecido de alguns, é mui simpático com boa comida e preços acessiveis. Fica tambem localizado, mais ou menos, a meio caminho do ponto de origem(Évora) e destino(pulo do lobo). O almoço foi abastado, com comida e bebida à descrição, sobremesas e medronho. E tudo por apenas 10 euros a cabeça. Ainda se distribuiram umas t-shirts e logos feitos pelo Hulk e uns teste drives às máquinas estacionadas cá fora. Eu, fui esperimentar a R6 do Marco todo bezarú. Aquilo só dá 200 e picos e tal. Acho que fico pelo meu "ferro".
Para terminar a 1.ª parte e antes de darmos inicio à volta até ao pulo do lobo, tempo ainda para irmos ali ao lado ao Vila Galé Campo, beber uma bebida na companhia do Porfirio que fazia anos. Depois de cantarmos os parabens no hall do Hotel, deixando até aquele ferroso sem vergonha, encabulado(vejam só) :-), fizémos uma visita guiada pelas facilities lá do burgo. Aquilo é enorme e grandioso. E tem vistas fantasticas, sobretudo na zona da piscina.
Depois de uns birinaites e de todo aquele calor e de barriga cheia, a ultima coisa que apetecia era mesmo voltar para a estrada, mas tinha que ser e assim foi. Despedimo-nos e até para a próxima, do Porfirio e lançamo-nos de novo na contenda PULO DO LOBO. Com algumas peripécias lá conseguimos chegar, finalmente, à Amendoeira. O ultimo reduto civilizacional(ehh, palavra cara comó caralho), antes do Pulo do Lobo. À chegada, um pequeno oasis. Um tasco à maneira onde alguns abancaram e não mais de lá saíram. As rapariguinhas sobretudo, estavam a desfalecer com tamanha violência. Àguas e bjecas para toda a gente e os mais aventureiros e destemindos, desceram montado abaixo em direcção ao Spot. 7 Km de estrada batida e degradada onde 20 Km/h já é excesso de velocidade. Eu não tinha vontade nenhuma de ir mas lá acabei por ceder. Sou um fraco, lol...
Já lá em baixo, tirámos fotos, atirámos umas balelas e vimos o Ramalhete a tomar banho em pelota. Uns ferrosos entretanto já tinham subido até à amendoeira de novo. Eu fui dos ultimos.
As burras estavam irreconheciveis. Cheias de pó.
Já lá em cima e após alguns minutos para nos refrescarmos, demos o objectivo por cumprido e retomamos o caminho de regresso até Beja, local onde o pessoal se despediria. Até lá, ainda fomos brindados com o clima paradisiaco. Todos nas nossas montarias e um calor imenso de trovoada, uns raios de Sol à maneira e chuva que caia copiosamente. Houve malta que parou mas eu e mais uns quantos, seguimos debaixo de água nas calmas até à próxima bomba de abastecimento onde reagrupamos. Tempo esquesito que ficou depois. Vestimos os casacos e regressamos até beja sempre sobre a ameaça duma carga de água. Em Beja despedidas, e já ali para os lados de Portel, onde nos despedimos do ZP, outro grande momento. Km's e Km's tendo por companhia na noite escura, unicamente uns relâmpagos, trovoada e chuva moderada.
Já à chegada fomos ainda ao Méque Bruguer, malhar uns Hamburgueres da treta.
Dis esgotante e bué cansatico mas à maneira. Destaco a volta de regresso que foi espetacular.

Fotos em: http://ramonxvs.multiply.com/photos/album/122

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